Ilha do Sal: Eleitos municipais reúnem-se nos trabalhos da XIII sessão ordinária do VII mandato

Espargos, 24 Abr (Inforpress) – A Assembleia Municipal do Sal, reúne-se na próxima segunda-feira na sua XIII Sessão Ordinária do VII mandato, constando sete pontos da agenda de trabalhos, devendo a Conta de Gerência relativo ao ano de 2018 merecer maior debate.

Durante os dois dias de trabalho, os deputados terão para apreciação e aprovação o Plano de Trabalho e de Acção Institucional da Assembleia Municipal, o pedido de autorização para assinatura do acordo de geminação entre o Município do Sal e o Município de Vigarano de Mainarda, Itália, a par da apreciação e aprovação da Acta da XII Sessão Ordinária.

De seguida,  o edil salense, Júlio Lopes,  fará o relato verbal das actividades da Câmara Municipal desde a sessão ordinária de Fevereiro.

Estarão também em análise a proposta de suspensão parcial do Plano Director Municipal (PDM) para as zonas de Palmeira e Morrinho de Carvão, ainda apreciação e aprovação de medidas preventivas, obrigatórias, com natureza de regulamento administrativo, subsequentes à suspensão parcial do PDM, para as zonas de Palmeira e Morrinho de Carvão.

A apreciação e aprovação do Plano de Trabalho e de Acção Institucional da Assembleia Municipal, e a proposta de compatibilização da deliberação nº 51/AMS/2018 que aprova a “Constituição da Comissão Eventual para inventariação de pessoas singulares e colectivas, passíveis de atribuição de Insígnias Honoríficas Municipais ou de construção de bustos, estátuas ou esfinges” Lei nº 27/VI/2003, de 21 de Julho e ao Regulamento das Distinções Honoríficas Municipais, são outras matérias em apreço.

Como habitualmente, o período antes da ordem do dia será destinado aos munícipes, durante o qual a Câmara e Assembleia Municipais poderão ser interpeladas sobre questões que dizem respeito à vida do concelho ou que constituam preocupações dos munícipes.

A deputada da bancada do Movimento para a Democracia (MpD – situação) Luísa Fortes disse, em declarações à Inforpress,  que a problemática das vendedeiras ambulantes, e a questão dos animais à solta, são dois assuntos que vai desta vez levar à plenária.

No que respeita à manifestação das vendedeiras, na sequência da actuação camarária que lhes apreendeu os carrinhos com produtos, Luísa Fortes considerou a actuação “desnecessária”, nesta altura, já que as obras do mercado municipal estão prestes a ser concluídas, permitindo o seu funcionamento, “brevemente”.

“É claro que ninguém quer ver esse estado de coisas em pleno centro da cidade, venda de peixe, verduras… Mas durante estes dois anos,  as vendedeiras sempre estiveram lá. Agora que o mercado está quase pronto para poder albergar o grupo… na minha perspectiva, este rigor era desnecessário, neste momento”, exteriorizou.

SC/JMV

Inforpress/Fim

 

 

 

 

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