Ilha do Sal: Delegado de saúde exorta pais nacionais e estrangeiros a vacinarem seus filhos contra sarampo e rubéola (c/áudio)

Espargos, 07 Nov (Inforpress) – O delegado de saúde no Sal, exortou os pais, especialmente, os estrangeiros, que se mostram “mais resistentes”, a vacinarem os seus filhos contra sarampo e rubéola, durante campanha de vacinação que arrancou hoje a nível nacional e termina terça-feira, 13.

A campanha, que permitirá a deslocação dos colaboradores da Delegacia de Saúde a todas as localidades e jardins (públicos e privados), da ilha, conta com dez equipas no terreno, sendo cada uma formada por dez vacinadores, mesmo número de registradores, e dois supervisores, além do apoio dos militares que vão ajudar na organização das filas, na coordenação dos utentes.

Durante esta maratona a Delegacia de Saúde do Sal, prevê imunizar na ilha turística mais de três mil e quinhentas crianças com idade entre os 09 meses aos 04 anos, 11 meses e 29 dias, contra rubéola e sarampo, permitindo ultrapassar a cobertura vacinal à taxa igual ou superior a 95%.

O delegado de Saúde, José Rui Moreira, informou que a Delegacia vai envidar “todos” os esforços para imunizar todas as crianças contra estas duas doenças “altamente contagiosas”, e apelou os pais a aderirem à campanha de vacinação com vista a reforçar a imunidade e defesa dos meninos nessa idade.

“Hoje em dia não se fala muito nestas duas doenças justamente porque a maioria dos países no mundo têm uma cobertura vacinal razoável. Aqueles que não têm estão sujeitos a surtos, ou epidemias de vez em quando. Tendo uma cobertura vacinal adequada, superior a 95 por cento, há grandes chances de se estar livres destas doenças”, explicou.

Nesta medida, apontando que a população no Sal está “razoavelmente” vacinada, o Dr. José Rui Moreira disse, entretanto, haver sempre reminiscentes, isto é, crianças que ficam sem vacinar, daí apelar aos pais e encarregados de educação, os estrangeiros, particularmente, que, conforme disse, são os mais “resistentes” em vacinar seus filhos fora do país de origem.

“Apelamos à população salense, aos estrangeiros a aderirem a essa campanha. É uma vacina que não constitui nenhum perigo para a criança, historicamente não tem tido nenhuma reação, nem nada. É uma vacina segura e que vai proteger as crianças. Os vacinadores são pessoas capacitadas e as nossas vacinas vieram de onde todas as vacinas do mundo são compradas”, esclareceu, no intuito de dissipar qualquer dúvida ou receio.

“Normalmente, os estrangeiros que vêm cá investir é que fazem mais resistência. Mas devem pensar que se houver um surto de doença no país… os seus investimentos caiem também. Por isso, deveriam ser os primeiros interessados a proteger, a colaborar para a segurança sanitária na ilha do Sal”, acautelou.

SC/FP

Inforpress/Fim

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