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Ilha do Sal: Colégio Letrinhas organizado e equipado para enfrentar mais um ano lectivo, administradora

Espargos, 08 Set (Inforpress) – A administradora do “Colégio Letrinhas”, no Sal, garantiu hoje que a escola privada está preparada em termos de organização do espaço e equipamentos para enfrentar mais um ano lectivo, num contexto ainda marcado pela pandemia da covid-19.

A permanecer com um número reduzido de alunos, a volta de 200, comparado com os anos anteriores, para um universo de 25 professores, Sílvia Sousa explicou em entrevista à Inforpress que o Colégio Letrinhas neste momento está na preparação metodológica, e com o plano anual de actividades “todo alinhavado”.

Segundo Sílvia Sousa, o número de alunos por turma varia, mas à partida as classes são compostas por um total de 20/22 discípulos no máximo, entre turmas com oito alunos.

Não obstante a situação de pandemia provocada pela covid-19, disse que o Colégio Letrinhas, a funcionar ainda este ano com menos cem alunos, mantém o projecto de pé, ciente de que a redução de alunos tem um impacto “bastante grande”, o que obriga a alguma ginástica financeira.

“Mas acreditamos que vamos conseguir”, manifestou, explicando que essa redução de alunos se deve ao facto de as pessoas estarem um pouco “estranguladas” em termos financeiros, motivado pela pandemia da covid-19.

“Todos nós estávamos à espera que a retoma fosse mais rápida, e neste momento todos nós estamos bastante estrangulados, principalmente quem trabalha por contra própria, ou em actividades ligadas à hotelaria e restauração acaba por estar em condições mais difíceis”, justificou.

Face ao contexto de pandemia, Sílvia Sousa explicou que a escola continua estribada no plano de contingência levado a cabo no ano lectivo passado, designadamente a questão do distanciamento social, utilização de separadores, álcool em gel, sensibilização dos pais e encarregados de educação desde o pré-escolar até às classes mais elevadas para a utilização das máscaras.

“Apesar de saber que uma boa parte da população já está vacinada, continuamos a insistir no uso de máscaras, desde os mais pequenos até aos maiores. Há alguma resistência, naturalmente, mas mesmo assim vamos continuar a insistir”, comenta.

Relativamente aos procedimentos internos, relacionados com a limpeza, utilização do álcool em gel, a “máquina está montada”, desde o ano passado, que conforme sublinhou, funcionou bem e este ano continua.

A administradora daquela escola adiantou que em relação aos intervalos, vão continuar a funcionar de forma pedagógica, como no ano passado.

“Que não serão o ideal, talvez para os alunos, mas que funcionaram muito bem. Isto é, cada vez que os alunos têm um intervalo, são orientados por um dos professores, nesse caso, aumentamos o staf dos professores de educação física. Verificamos que os alunos gostaram, porque acabam por ter oportunidade de fazer jogos organizados”, sublinhou.

Das activdades, Sílvia Sousa destaca também o horto escolar, danças e outros entretenimentos, respeitando o devido distanciamento e as regras de segurança, diversificando assim a oferta para que os alunos se sintam bem ao longo do dia.

“Não tendo aquela necessidade extrema de estar num intervalo não condicionado. Caso contrário, a escola transforma-se também numa prisão, em que é só Matemática, Francês, Inglês e Português… daí que é importante que haja diversificação e as actividades sejam bastante interessantes para que os alunos se sintam bem e a qualidade se sobressaia”, realçou a também professora.

Para este novo ano lectivo, Sílvia Sousa diz estar “cheia de boas expectativas”, ressaltando que a covid-19 tem o seu lado positivo, já que obrigou a uma “organização extrema e a planos muito rigorosos”.

“E isso fez com que todos nós trabalhássemos mais e melhor. A covid-19 trouxe o aperfeiçoamento de nós enquanto profissionais e pessoas”, enfatizou, referindo que uma das maiores preocupações para este novo ano se prende, entretanto, com a “recuperação absoluta” das aprendizagens, ainda que no ano passado o Colégio letrinhas tenha, conforme assegurou, cumprido “praticamente” os programas.

SC/JMV
Inforpress/Fim

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