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Ilha do Sal: Cativar a juventude para a vida cristã é um dos principais desafios da igreja – padre Adriano Baptista

Espargos, 25 Abr. (Inforpress) – O padre Adriano Baptista disse hoje, num exclusivo à Inforpress, que nessa missão à frente das paróquias, dos Espargos e Santa Maria, no Sal, cativar a juventude para uma vida cristã é um dos principais desafios da igreja.

O padre, que chegou ao Sal em 2013 – já lá vão 6 anos -, considerando que a ilha turística tem uma realidade bem diferente das outras que têm um cariz cristão “muito forte”, apesar dos desafios, disse que foi encontrando a alegria de viver e o prazer em servir o povo salense.

“Os desafios que encontrei aqui tem a ver com a juventude, a nossa grande aposta. Não tem sido fácil, por causa da realidade da ilha, que apresenta outras propostas que fazem a juventude se desviar da vida cristã”, observou.

Encarando esta realidade, o sacerdote disse que a igreja tem tentado criar núcleos para trabalhar junto da camada jovem e da família, já que é na família que se aprende e se tira as primeiras lições.

“A minha pastoral, que é a pastoral da igreja, da diocese, que enviou-me para esta paróquia, tem sido isso mesmo. Olhar para a juventude, as famílias, e tentar cativá-las com os programas e actividades que realizamos todos os anos”, manifestou.

“Mas sempre com o intuito de que podemos fazer mais e melhor, claro com a ajuda do Nosso Senhor Jesus Cristo que nos ilumina, contando também com a colaboração de muita gente generosa aqui na ilha do Sal. Sozinho não poderia nem poderei fazer nada”, alvitrou.

Com praticamente seis anos aqui no Sal, o padre Baptista faz um balanço positivo da sua missão na ilha turística, não obstante, conforme disse, todos os desafios encontrados, especialmente, a falta de apetência da camada juvenil para a vida cristã, para as coisas divinas.

“Como eu disse, na ilha do Sal, há muitas propostas que distraem os nossos jovens … e é uma pena. Nós queremos fazer campanhas, não só na ilha do Sal como em todo Cabo Verde para ajudar os jovens a afastarem-se de certas coisas, como o álcool, a droga (…), mas ao mesmo tempo aparecem essas propostas. E isso dificulta, também, a missão do jovem como cristão”, analisou, lamentado o facto.

“Quando o jovem entra por essa vias, acham que a parte cristã é quase que um estorvo, e não conseguem viver bem a sua vida cristã.
Mas os jovens que entregaram a sua vida a Deus, vivem bem a sua vida cristã, apesar de todos os desafios que a sociedade vai apresentando”, finalizou.

SC/JMV

Inforpress/Fim

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