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Ilha do Maio: Câmara Municipal nega existência de trabalhos que se assemelham a de escravo na ilha

Cidade da Praia, 26 Mar (Inforpress) – O edil maiense refuta as “denuncias” da secretária-geral da UNTC-CS de que a ilha passa por situação de trabalho que se “assemelha a trabalho escravo” e considera de “deselegância de bradar aos céus” a posição da líder sindical.

Na sua reacção à conferência de imprensa da secretária-geral da União Nacional dos Trabalhadores de Cabo Verde – Central Sindical (UNTC-CS), Miguel Rosa disse ter tomado conhecimento, “com estranheza, das bombásticas declarações” de Joaquina Almeida alusivas à situação dos trabalhadores dos Serviços Autónomos de Água e Saneamento de Água (SAAS).

Para o presidente da Câmara Municipal do Maio, a sindicalista quer generalizar uma situação que “está a ser equacionada”, tendo sublinhado que ela foi informada das razões por que ainda não se efectivou uma solução no SAAS que se pretende com o processo da criação da Empresa de Água e Energia do Maio, processo, que a seu ver, impeça, para já, doação de algumas medidas no recrutamento de pessoal.

Miguel Rosa afirma mesmo que as declarações da líder da UNTC-CS “está envaida de má fé até de uma tremenda falta de lealdade institucional que deve nortear as relações entre organizações idóneas”, e realça que a administração municipal tem a engendrar esforços para a melhoria da situação laboral de cada um, em particular.

A este propósito justifica que “situações de férias acumuladas estão praticamente resolvidas” e que se está a trabalhar para no quadro da lei-vigente sanar todos os constrangimentos como os subsídios de turnos e outros que se mostrarem necessários”.

A UNTC-CS denunciou na sexta-feira, a existência de situação laboral anormal nos Serviços Autónomos e Água na ilha do Maio “com a situação do trabalho que se assemelha a trabalho escravo”.

Joaquina Almeida exigiu mesmo do Governo, particularmente da ministra que tutela a pasta do trabalho, o envio “o mais urgente possível” de uma delegação inspectiva às ilhas, particularmente a do Maio”, visando repor a legalidade laboral, pelo que aventa ainda a possibilidade de recorrer às instâncias internacionais.

SR/CP

Inforpress/Fim

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