Ilha do Fogo: É normal que nesta época do ano o tempo médio de espera seja maior com aumento da demanda – Evandro Monteiro

 

São Filipe, 17 Out (Inforpress) – O director do hospital regional São Francisco disse que tempo médio de atendimento nos serviços de urgência deste estabelecimento de saúde i é de trinta minutos média por pessoa, considerando ” natural” que o tempo de espera seja maior nesta época com aumento da procura dos serviços.

Evandro Monteiro, que reagia às reclamações dos utentes na demora no atendimento, adiantou que no serviço de urgência, neste momento, realiza-se a triagem de todos os doentes que procuram o serviço, salvo as situações de emergência e de urgências graves, mas o resto passa por priorização em que são atendidas as pessoas com patologias mais graves.

“Nesta época do ano, é normal que este tempo médio de espera aumente por ser um período muito quente e húmido, propicio a aumento de bactéria e vectores transmissores de patologias, nomeadamente gastrointestinais e doenças respiratórias”, afirma o director do hospital, observando que de facto se a afluência aumenta isso induz a um aumento de tempo de espera.

Evandro Monteiro disse que a direcção do hospital tem apelado sempre para se ter calma e um pouco de paciência e já deu orientações para em caso de qualquer necessidade as pessoas se dirigirem aos espaços para reclamações, através dos responsáveis de sectores médicos e enfermeiros, pessoal administrativa e do próprio director que está disponível, porque , explicou, o hospital quer e tenta prestar um melhor serviço e que seja continuado no tempo com ajuda da população.

“A população tem direito de opinar, positivo ou negativamente, com criticas construtivas ou de outras naturezas, mas também queremos e gostaríamos que a população participasse nesse processo, que é lento, onde os ganhos são conseguidos lentamente e mantê-los custa, mas regredir é rápido”, disse Evandro Monteiro.

Para o responsável, a população deve estar consciente dessa particularidade e “ajudar o hospital a ajuda-la”, advogando que os profissionais estão com a mesma vontade para exercerem correctamente a sua tarefa.

 

JR/JMV

Inforpress/Fim

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