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Ilha do Fogo: Associação dos Guias Turísticos de Chã das Caldeiras quer explorar novos destinos dentro e fora da Caldeira – Alcindo Montrond

 

São Filipe, 14 Out (Inforpress) – A Associação dos Guias Turísticos de Chã das Caldeiras quer explorar as potencialidades existentes e promover novos destinos turísticos dentro e fora da Caldeira, disse o presidente da Associação, Alcindo Montrond.

O presidente da Associação que juntamente com duas dezenas de guias concluíram sexta-feira um curso de animação e guias de montanha, disse que os guias aprenderam muitas coisas novas durante a formação e estão capacitados para responder à demanda que tem estado a crescer ano após ano.

“O foco principal da ilha é o vulcão, mas durante a formação vimos que a ilha tem muitas zonas com potencialidade para ser desenvolvidas, e como Associação vamos correr atrás de meios para não ficarmos concentrados somente em Chã das Caldeiras, e explorar as potencialidades existentes”, precisou Alcindo Montrond.

Segundo o mesmo, não se pode continuar apenas com o turismo de caminhada, é preciso explorar outras áreas como espeleologia, uma vez que durante a formação “descobriu-se” uma gruta dentro de Chã das Caldeiras, em cujo interior nunca ninguém tinha lá estado, e zona de Monte Preto (perto de Campanas de Cima) foram também descobertas várias grutas que a associação tenciona explorar, criando novos produtos e destinos.

Este avançou que durante a formação os guias aprenderam manobras de corda, espeleologia, vulcanologia, história da ilha e a forma de criar e gerir produtos, assim como descobrir sítios e desenvolver as potencialidades de cada sítio, sublinhando que um dos aspectos apreendidos é a realização de actividades com cordas entre o mar e montanha, sector que a ilha tem grande potencial e que a sua organização vai aproveitar para criar novos produtos e ter mais turistas.

Um dos formadores do curso, o activista cultural e professor Fausto do Rosário, considerou que a ilha do Fogo está “muito bem servido” em termos de guias turísticos, quer pelo conhecimento, observando que eles não só sabem acompanhar os turistas pelos trilhos, mas constituem “autênticos” agentes de promoção da ilha.

Os guias, no seu entender, estão munidos de conhecimentos técnicos que lhes permitem realizar o trabalho com segurança e qualidade.

Francisco Completo, outro formador do curso, considerou que os guias do Fogo, assim como os de Santo Antão, dispõem das ferramentas básicas para o desenvolvimento do trabalho de guia e para criar novos produtos, mas lembrou aos mesmos que o processo de aprendizagem é contínuo e devem continuar as formações nesta matéria.

JR/ZS

Inforpress/Fim

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