IGQPI garante que todas as bombas de combustível do país estão em condições de funcionamento

 

Cidade da Praia, 13 Nov (Inforpress) – O Instituto de Gestão da Qualidade e da Propriedade Intelectual (IGQPI) garantiu hoje, na Cidade da Praia, que todas as bombas de combustível do país receberam controlo metrológico e que estão tecnicamente em condições de funcionamento.

De acordo com o balanço feito à inforpress sobre todo o processo de controlo metrológico das bombas de combustível no país, o presidente do IGQPI, Abraão Lopes, disse que esta primeira fase de controlo que foi essencialmente pedagógica decorreu dentro da normalidade.

“Esta primeira fase foi essencialmente pedagógica e lá onde detetamos algumas anomalias, corrigimo-las, dialogamos com os operadores e chegamos a um consenso”, informou.

Entretanto, disse que as próximas fases vão ser mais rigorosas, tendo em conta que o objectivo final é garantir a exatidão das medições, a defesa do direito do consumidor, a lealdade no comércio e nas transações comerciais.

“Neste momento gostaria de apelar a todos os consumidores que verificassem que em cada bico de injeção nas bombas de combustível há um selo de controlo metrológico com o logo do IGQPI e do Organismo de Verificação Metrológica (OVM).

Significa que aquela bomba de combustível foi objecto de controlo metrológico e está a funcionar nos termos tecnicamente aceite.

Conforme explicou, depois do controle metrológico, o equipamento é selado e recebe uma etiqueta de identificação com o ano da verificação para que qualquer consumidor que venha abastecer o seu carro tenha informação de que este posto já foi averiguado e que está dentro dos limites permitidos por lei.

Num documento da IGQPI, a que a Inforpress teve acesso, esta instituição sublinha a importância do controlo metrológico e diz que com a verificação do equipamento o agente económico ganha porque tem resultado de confiança.

Para o consumidor e o cidadão comum, o controlo metrológico é uma protecção porque está a pagar por aquilo que compra. Ou seja, o cliente, neste caso, um condutor tem a confiança que dentro do depósito de combustível do seu carro colocou o volume que vai pagar depois, explica o mesmo documento.

JL/FP

Inforpress/Fim

 

 

 

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