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ICCA analisa as contas para ver se há possibilidades de pagar retroativos aos funcionários

 

Cidade da Praia, 10 Out (Inforpress) – A presidente do Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente (ICCA) disse hoje que estão a fazer as contas, para ver se há ou não possibilidade de pagar os retroativos desde 2016, aos trabalhadores desta instituição.

Os trabalhadores do ICCA tinham previsto uma greve para o dia 29 de Setembro, mas devido à disponibilidade da entidade empregadora em implementar o novo Plano de Cargo, Carreiras e Salários (PCCS) já em 2018, mas com a ressalva de pagar os retroactivos a contar de Janeiro de 2016, a greve foi suspensa.

Entretanto, os trabalhadores estão a aguardar a solução para o pagamento dos retroactivos até o dia 15 de Outubro, caso contrário garantem partir para outras formas de luta, informou o Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (STAP).

Em declarações à imprensa, a presidente do ICCA, Maria José Alfama disse que uma parte do problema já está resolvido, que é a inclusão do pessoal do projecto de investimento, isto é, todos que eram pagos por pequenos projectos foram incluídos no Orçamento de Funcionamento.

Entretanto, explicou que o que está em causa, neste momento, é a questão dos retroactivos que se exige que sejam pagados a partir de 2016.

Maria José Alfama apontou que desde da primeira hora, o ICCA tem estado a fazer encontros de trabalho com a Direção Nacional da Administração Pública, para ver o que é e não é legal, para depois traçar os diferentes cenários e só depois ver se há ou não há possibilidade de se fazer o pagamento dos retroactivos.

“Estamos a fazer contas, porque no ICCA há diversas categorias (…) então para cada grupo deverá haver uma medida concreta e não podemos meter todos no mesmo pacote. Depois de podermos distinguir cada tipo de vínculo que os trabalhadores têm com o ICCA, aí vamos ver o que é possível fazer, porque os recursos financeiros não abundam”, indicou.

AM/FP

Inforpress/Fim

 

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