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“Há alguma resistência da parte dos artistas cabo-verdianos em voltarem para as academias” –  ministro

Cidade da Praia, 05 Mar (Inforpress) – O ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, Abraão Vicente, considerou hoje, na Cidade da Praia, que há “alguma resistência” da parte dos artistas cabo-verdianos em voltarem para as academias.

O governante, que falava à imprensa antes da cerimónia de comemoração do terceiro aniversário da Cesária Évora Academia de Artes, na Cidade da Praia, defendeu que é “fundamental” que os artistas percebam que não faz mal regressarem à escola para aprender o básico.

“Só tocar por intuição não chega para que de facto possamos dar passo internacional”, notou Abraão Vicente, revelando que a maior dificuldade da Orquestra Nacional de Cabo Verde era a leitura de pautas.

Em relação à Cesária Évora Academia de Artes, disse que nesses três anos de existência destaca-se pelo processo de instalação, do aprendizado, da selecção dos professores, bem como do processo contínuo do engajamento da população praiense na crença de que esta academia pode dar frutos.

“Foram três anos em que adquirimos instrumentos, contratamos professores, criamos uma sistemática e uma metodologia de ensino com base em vários métodos”, assinalou.

Avançou ainda que a academia já estabeleceu parcerias internacionais para a aquisição de instrumento musicais para equipar as salas e distribuir para o programa bolsa de acesso a cultura.

“Em três anos creio que já temos nome no mercado, a partir de agora estamos a desenhar um novo conceito de comunicação, por isso defendo que a Cesária Évora Academia de Artes vai dar frutos, tal como o programa bolsa de acesso a cultura”, projectou.

Questionado se a instituição não precisa de uma maior divulgação, Abraão Vicente disse acreditar que “nem tudo é comunicação”, porque as pessoas que se interessam pela academia que sabem que ela existe.

No entanto avançou que o Governo está a fazer um trabalho “silencioso” e que se encontra no processo de consolidação, apontando que a academia conta factualmente com mais de 150 alunos.

OM/AA

Inforpress/Fim

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