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Grupo de mulheres conclui formação em VBG no contexto da pandemia e grupos vulneráveis

Cidade da Praia, 11 Nov (Inforpress) – Cerca de uma dezena de mulheres participou durante três dias numa acção de capacitação em Violência Baseada no Género (VBG) no contexto da pandemia e grupos vulneráveis, iniciativa conjunta Associação Cabo-verdiana de Luta Contra VBG e CCS-SIDA.

A acção formativa é parte integrante do protocolo de colaboração denominado “Covid-19 – Uma resposta participativa ao impacto da violência doméstica em Cabo Verde no contexto da Pandemia e VBG”, estabelecido pela Associação Cabo-verdiana de Luta Contra a Violência Baseada no Género (ACLCVBG), em parceria com o Secretariado Executivo do CCS-SIDA, que a financiou, através do Fundo Global.

Participaram na acção jovens dos municípios da Ribeira Grande de Santiago, São Salvador do Mundo, São Domingos e Praia, todos da ilha de Santiago.

Durante o acto de encerramento, na manhã de hoje, a presidente da ACLCVBG, Vicenta Fernandes, disse esperar que as formandas venham a fazer “bom uso” da aprendizagem, solicitando-as, assim, a darem continuidade a este trabalho nos seus respectivos concelhos, levando as informações e o aprendizado às comunidades.

A coordenadora do Comité de Coordenação e Combate à Sida (CCS-Sida), Celina Ferreira, por seu lado, ressaltou que o protocolo assinado tenciona “espalhar informação” a nível de Cabo Verde e também “apoiar psicossocialmente todas as vítimas da VBG”.

As formandas receberam um conjunto de ferramentas que vão auxiliá-las no apoio às pessoas, disse Celina Ferreira, pelo que espera que consigam tirar “o maior proveito” das mesmas.

Segundo a coordenadora, com a pandemia da covid-19, “todos ficaram vulneráveis”, principalmente pessoas que vivem com VIH, vítimas de violência baseada no género e pessoas que perderam rendimento, por isso apelou à solidariedade comunitária, familiar e regional, e responsabilidade partilhada.

Em representação às formandas, Joceneia Borges afirmou que a formação “valeu muito a pena”, já que agora sabem como orientar as vítimas e para onde encaminhá-las “com segurança”.

O protocolo objectiva a realização pela ACLCVBG de actividades que visam o combate à VBG, devido ao confinamento provocado pela pandemia covid-19.

Contempla ainda a realização de actividades relacionadas com a atenuação do impacto da covid-19 nos programas de VIH, tuberculose e paludismo, relativo à resposta participativa ao impacto da violência doméstica no contexto da pandemia da covid-19.

TC/AA

Inforpress/Fim

 

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