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Grupo de brasileiros faz cidade da Praia entrar no movimento “Lula Livre”

Cidade da Praia, 06 Abr (Inforpress) – Um grupo de brasileiros residentes na cidade da Praia, aliando-se à jornada mundial “Lula Livre”, promove, na segunda-feira, na Livraria Nhô Eugénio um debate sobre a situação política no Brasil.

O debate terá como oradores o membro da organização Lula Livre, Luciano da Silva, e a politóloga cabo-verdiana Roselma Évora. Segundo Luciano da Silva, este evento é uma forma de chamar a atenção sobre o que está a acontecer com a prisão do ex-presidente da República Federativa do Brasil, Lula da Silva.

Considerando que Lula é “um preso político”, o grupo de brasileiros quer criar esta oportunidade para reunir cabo-verdianos, brasileiros e outras individualidades que “se preocupam em viver em democracia e em poder confiar na justiça”.

“O Lula não é apenas um líder brasileiro, é considerado um líder mundial. É um homem que está a ser indicado para prémio Nobel da Paz e também recebeu um prémio atribuído pelo sindicato canadense e americano. É uma das principais pessoas que pode trabalhar contra a fome no mundo, o que dizer que nós não estamos a falar num político que pensa só no Brasil”, explicou.

Para Luciano da Silva, a prisão do Lula é uma questão política tendo em conta que se ele estivesse livre e a exercer as funções de Presidente da República, e sendo um nacionalista, o Brasil não abriria o seu mercado para os estrangeiros capitalistas, principalmente dos Estados Unidos.

Mas afirma que com o ex-Presidente preso, o Brasil que antes esteve no grupo das cinco melhores economias mundiais está a deixar de ser um país industrializado para ser um país agrário, causando um retrocesso na sua economia.

“Hoje a nossa indústria naval não é a mesma. As nossas empreiteiras estão a dar lugar às empreiteiras americanas, o frango já não é vendido para os países árabes e a soda não está a ser importada pela China”, analisou Luciano da Silva, para quem “a decadência económica” vai-se transformar em “decadência social” e consequentemente “tornar o Brasil num país mais violento do que é”.

CD/ZS

Inforpress/Fim

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