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Greve da Polícia Nacional: Reunião de mediação foi inconclusiva e será retomada esta sexta-feira

Cidade da Praia, 19 Jul (Inforpress) – O sindicato Nacional da Polícia Nacional ((Sinapol)) e o Ministério do Administração Interna estiveram hoje reunidas num encontro de mediação na Direcção-Geral do Trabalho, mas a reunião foi “inconclusiva”, tendo a mesma sido suspensa para se retomar os trabalhos esta sexta-feira.

O presidente da Sinapol disse à Inforpress que a reunião foi suspensa, a pedido dos representantes do Ministério da Administração Interna para “melhor articular-se alguns aspectos com a tutela, o que para José Barbosa “significa que o alcance da intervenção dos mandatários estavam muito aquém e não chegavam para tanto”.

O encontro, disse, vai ser retomado esta sexta-feira, a partir das 10:00 pelo que “está tudo em aberto ainda e muito longe do essencial”.

De acordo com José Barbosa, o Sinapol “está de espírito aberto, tranquilo e disponível para uma solução atempada para se evitar que não aconteça nada de mal até ao fecho deste processo”.

O Sindicato Nacional da Polícia anunciou para finais deste mês, uma greve de seis dias, com vista à “resolução definitiva” das suas reivindicações, “sobejamente fundamentado”, pedindo o arquivamento dos processos pendentes, bem como a “anulação dos despachos punitivos” por estarem “feridos da ilegalidade”.

Além da “anulação imediata” de todos os processos disciplinares contra os profissionais da Polícia, o sindicato exige ainda a actualização salarial no valor de 65.945 escudos, com efeitos a partir de 01 de Janeiro de 2019.

A redução de carga horária para 41 horas semanais, bem como a aplicação dos subsídios de condição policial extensiva a todos os elementos da PN e o subsídio de carta de condução (25%) para os condutores da Polícia são, entre outras, as reivindicações do sindicato, que exige também um novo modelo de “gestão e transparência” do Serviço Social da Polícia Nacional.

O líder do Sinapol foi punido com reforma compulsiva e, contrariamente ao que tem sido noticiado, ainda não foi desarmado, mas afiançou que o processo “está em curso”.

Relativamente a outros elementos da corporação, nomeadamente os delegados e coordenadores sindicais, o castigo vai até 125 dias de suspensão, com efeitos suspensivos.

SR/FP

Inforpress/Fim

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