Search
Generic filters
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in excerpt
Filter by Categories
Politica
Desporto
Economia
Sociedade
Ambiente
Cooperação
Cultura
Internacional
Destaques
Eleições

Greta Thunberg doou meio milhão de euros do Prémio Gulbenkian a organizações ambientais

Lisboa, 14 Dez (Inforpress) – A activista sueca Greta Thunberg doou 500 mil euros que recebeu do Prémio Gulbenkian para a Humanidade a dez organizações ambientais.

Ao agradecer a atribuição do Prémio Gulbenkian para a Humanidade, Greta Thunberg revelou que iria aplicar o montante do prémio, no valor de um milhão de euros, em projectos de combate à crise climática e ecológica, tendo agora decidido entregar meio milhão a organizações apoiadas pela sua fundação, do Brasil, Bangladesh, Índia, Maurícias e vários países africanos que se decidiam a causas ambientais e humanitárias.

Em comunicado, a Fundação Gulbenkian revela que a SOS Amazonia campaign (da Fridays for Future Brazil) e o Stop Ecocide Foundation, que se têm destacado no combate à Covid-19 na Amazónia e no esforço para tornar o ecocídio um crime internacional, respectivamente, foram as duas primeiras organizações a receberem 100 mil euros, cada.

Mais 100 mil foram doados para as vítimas das inundações na Índia e no Bangladesh através das organizações não-governamentais BRAC Bangladesh, a Goonj, e a Action Aid India e a Action Aid Bangladesh.

O desastre ecológico provocado pelo derrame de petróleo nas Maurícias, no verão, mereceu também a atenção da Fundação Greta Thunberg, tendo sido atribuídos 10 mil euros numa campanha de recolha de fundos para aquisição de equipamento capaz de remover o óleo da costa.

A Fundação Thunberg doou também 150 mil euros, repartidos, em parte iguais, por três organizações não-governamentais que prestam apoio às vítimas das alterações climáticas em África: Red Cross and Red Crescent Movement, organização que apoia comunidades vítimas de catástrofes em todo o continente africano a Oil Change International, que dá apoio a projectos de energias renováveis no mesmo continente e também a Solar Sister, uma estrutura que ajuda e dá formação empresarial a uma rede de mais de cinco mil mulheres empreendedoras da Tanzânia e Nigéria, para a criação de empresas limpas e movidas a energia solar.

Inforpress/Lusa

Fim

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos