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Governo reafirma compromisso da criação de centros socioeducativos em bairros mais vulneráveis do País

Cidade da Praia, 07 Ago (Inforpress) – A secretária de Estado da Inclusão Social, Lídia Lima, reafirmou hoje que o Governo já assumiu o compromisso de criar mais centros socioeconómicos, garantindo a protecção das crianças e o seu melhor aproveitamento escolar.

Lídia Lima fez esta intervenção durante a abertura do encontro de socialização do Projecto de Reforço da Capacitação Interventiva do Instituto Cabo-Verdiano da Criança e do Adolescente (ICCA) e formação interventiva no tratamento de crianças na rua nas ilhas de Santiago, São Vicente, Boa Vista e Sal.

O objectivo é reforçar a capacidade técnica e interventiva do ICCA, com vista a diminuir o número de crianças e adolescentes em situação de rua.

Na ocasião, a governante referiu que o “Executivo tem um forte compromisso de estar atento às situações que podem pôr em causa a sã convivência da criança no seu meio”.

Nesta linha, avançou, o Governo assumiu que vai “abrir mais centros socioeducativos” nos bairros mais vulneráveis do País, para as crianças que vivem no seio de famílias com problemas de alcoolismo, habitação, alimentação, entre outros.

Sobre a formação do projecto de reforço da capacitação do ICCA, reiterou ser “importante para o País”, sendo que está alinhado com os objectivos da governação desta legislatura e que “vai ao encontro de tudo aquilo que o Governo” tem vindo a traçar, em matéria de infância e protecção de menores.

O ICCA, em parceria com a PLAlN-BORNEfonden (Dinamarca), mobilizou um financiamento externo, 23 mil contos, por um período de um ano, cujo objetivo é reforçar a capacidade técnica e interventiva do ICCA, relativamente aos cuidados e a abordagem de/na rua.

O referido projecto inclui acção de cariz profissional para os adolescentes, com estímulo ao auto-emprego e disponibilização de kits profissionais no final do projeto.

A presidente do ICCA, Maria Lima, disse que em Cabo Verde já foram identificadas várias crianças em situação de rua, principalmente nas grandes cidades das ilhas do Sal, São Vicente, Santiago e Boa Vista.

Afiançou que são vários os motivos que levam as crianças à rua, nomeadamente a procura do sustento, abandono, a negligência por parte dos pais, as condições de habitação, maus tratos, entre outros.

Atestou que o projecto vai reforçar os trabalhos que vêm sendo feitos nos centros “Nôs Casa”, nas ilhas do Sal e Santiago e trabalho que está sendo desenvolvido pelo núcleo em São Vicente.

 HR/DR

Inforpress/Fim

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