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Governo quer uma Polícia Nacional “mais vigilante, actuante e pressionante” 

Cidade da Praia, 15 Nov (Inforpress) – O ministro da Administração Interna, Paulo Rocha, apontou hoje, na Cidade da Praia,  que o País precisa de uma  Polícia Nacional  (PN) “mais vigilante, actuante e pressionante”  para melhorar a “ qualidade  e consistência” dos resultados.

No discurso de comemoração dos 151 anos da Polícia Nacional, que se celebra hoje, Paulo Rocha apontou ainda que a corporação policial cabo-verdiana precisa ser ainda “intolerante” com a indisciplina, com a falta de ordem e com o crime.

“Os resultados existem e falam por si. A qualidade e a consistência dos mesmos podem e devem melhorar”, indicou o governante, enaltecendo o desempenho dos funcionários da PN pelo trabalho diário.

Em relação aos resultados conseguidos no último ano, Paulo Rocha considerou que ficou “patente” o trabalho da PN em cuja contribuição, conforme indicou,    contribuiu, “de forma determinante”  para o  aumento  em mais de 58 por cento (%) do número de mandados de detenção  fora de flagrante delito.

“Este dados  reflectem  o esforço e o trabalho policial feito no dia-a-dia, se atendermos ao impacto potencial que podem ter no reforço da segurança pública e na redução do fenómeno da continuação da  actividade criminosa”,  notou Paulo Rocha

Durante a cerimónia, 32 agentes foram contemplados com promoções, 27 foram condecorados e o Comando Regional do Sal foi agraciado com a Medalha de Serviços Distintos.

Neste particular, o ministro da Administração Interna considerou que constituem um “exemplo da integridade e humildade”, que pautam o desempenho da Polícia Nacional, enquanto instituição

Por sua vez, o   director da Polícia Nacional, Emanuel Estaline Moreno,   enalteceu  “a  contínua criação por parte do Governo de mais  e melhores condições de trabalho”, com destaque para  a construção de novos edifícios, aposta na formação e especialização,  aumento  dos efectivos, a modernização do sistema integrado do controlo aéreo portuário e o apetrechamento da Direcção Central  Criminal.

“Esses melhoramentos contribuíram   para   os resultados francamente positivos, que a PN vem apresentando à sociedade”, frisou Emanuel Estaline Moreno, ressalvando que os resultados  alcançados  requerem  ainda  um contínuo  esforço da cooperação.

Relativamente às promoções, esclareceu que a promoção abrangeu um  número reduzido de policiais devido a limitações  orçamentais decorrentes da crise pandémica,  que teve “implicações  directas na capacidade económica  do País”.

“São promoções  sem impacto no orçamento e, por outro lado, ultrapassada esta fase contamos poder continuar  com o processo de realização das promoções, de forma a resolver as pendências”,  esclareceu Emanuel Estaline Moreno.

OM/AA

Inforpress/Fim

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