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Governo quer Cabo Verde “mais inclusivo” e com “mais oportunidades para todos” 

Cidade da Praia, 20 Set (Inforpress) – O Governo desafiou hoje os novos directores-gerais de Inclusão Social e do Planeamento, Orçamento e Gestão a trabalharem “com foco e determinação” para o País seja “mais inclusivo, menos pobre e com mais oportunidades para todos”.

O repto foi lançado hoje, na Cidade da Praia, pelo ministro da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, Fernando Elísio Freire, durante a cerimónia de posse Maria de Fátima Semedo, como nova directora-geral de Inclusão Social, e de Filomeno Fortes como novo director-geral do Planeamento, Orçamento e Gestão.

O governante considerou que os novos dirigentes devem usar “todas as energias para o pouco tempo, concentrarem-se e serem crentes” nas respectivas missões, “com foco e determinação” para atingir os objectivos, e que o País seja “mais inclusivo, menos pobre e com mais oportunidades para todos”.

O foco, segundo o ministro, é trabalhar para que “nenhuma criança cabo-verdiana, nenhuma pessoa com deficiência fique para trás”, por falta de acesso à educação e ao rendimento.  

“Por isso temos de trabalhar para cumprir esses objectivos que são da nação cabo-verdiana e que requer o envolvimento dos municípios, organizações da sociedade civil e acima de tudo das famílias cabo-verdianas”, mencionou Fernando Elísio Freire, que quer “mais empenho, determinação e energia” no combate à pobreza, “maior inclusão social e desenvolvimento” de Cabo Verde.  

Caberá à direcção de Inclusão Social reforçar a inclusão no arquipélago, adaptado às novas tendências e ao novo mundo pós-pandemia, ter capacidade de ter cuidados para os idosos, crianças com cuidados especiais, jovens que precisam de apoio e de oportunidades, mas também para aqueles que a vida não lhes sorriu e que se enveredaram para o mundo das drogas e por outras formas não programadas de vida.  

“O director geral do Planeamento, Orçamento e Gestão deve criar as condições tendo em conta as dificuldades no nosso País para que todas as estruturas do ministério possam trabalhar para atingirmos esses objectivos de reduzir a pobreza extrema e a pobreza absoluta e criarmos todas as condições para que as políticas públicas possam ter sucesso”, apontou.  

Para o ministro, “é fundamental” continuar esse percurso e reforçar a rede nacional de cuidados e da rede nacional de creches, capaz de aumentar as oportunidades das senhoras e mulheres no acesso ao emprego e acesso das crianças à educação e ao lazer.   

Por outro lado, considerou que é preciso trabalhar para reforçar as oportunidades dos jovens no acesso à formação e habitação, incentivá-los a criarem famílias, serem líderes, e os idosos que estão no activo devem inscreverem-se no programa de segurança social.  

Por seu turno, o director-geral do Planeamento, Orçamento e Gestão, Filomeno Fortes, reconheceu que os desafios “são enormes”, mas mostrou-se “ciente das dificuldades”, pelo que prometeu ser “proactivo, criativo e mais aberto” na criação de condições para que os diversos programas, projectos e acções possam ter eficiência e eficácia e que nenhum cabo-verdiano fique para trás.  

Maria de Fátima Semedo, por seu lado, empossada como directora-geral de Inclusão Social, reiterou o compromisso de trabalhar para melhorar as condições de vida dos cabo-verdianos, e lutar pela construção de uma sociedade cabo-verdiana cada vez “mais justa, digna e mais inclusiva”.

AV/AA

Inforpress/Fim  

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