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Governo quer empresários agrícolas a produzirem para uma “maior representatividade” do PIB no sector

Cidade da Praia, 16 Nov (Inforpress) – O Governo quer que os agricultores cabo-verdianos sejam empresários agrícolas que produzem empregos de “alto valor” e que gerem também economia, visando uma “maior representatividade” do PIB no sector da agricultura e na geração da riqueza nacional.

A afirmação é do secretário de Estado da Economia Agrária, Miguel da Moura, ao presidir a abertura do workshop “Relações Comerciais Açores/Cabo Verde”, realizado no âmbito do projecto “Semear, colher e vender”, em execução em Assomada, ilha de Santiago, num terreno de quatro hectares, em parceria com o arquipélago dos Açores (Portugal).

“É isso que o Governo prevê e é isso que está na estratégia e no programa do Governo, tornar a agricultura mais resiliente e mais previsível. Prevemos um quadro de incentivos, onde os agricultores terão conhecimento de preços, custos e de factores de produção do mercado, formações sobre a agro-meteorologia, créditos e juros”, concretizou o governante.

Este workshop, prosseguiu, é um modelo daquilo que o Governo tenciona, que venham mais empresários a Cabo Verde produzir com os empresários nacionais, para que haja exportações de capital e geração de “mais riquezas” para ambos os povos.

Tudo isto, salientou Miguel da Moura, encontra-se no contexto de criar “maior previsibilidade” para o sector agrário em Cabo Verde,

O secretário de Estado reforçou que Governo ambiciona que os agricultores cabo-verdianos produzam com conhecimento e que tomem decisões racionais, com base em “informações credíveis”, daí a importância do workshop.

Segundo o governante, o projecto “Semear, colher e vender” incide essencialmente na operacionalização de uma agricultura voltada para rendimentos justos aos agricultores, que gerem excedentes de rentabilidade, com foco no reforço da capacidade técnica dos produtores rurais e criadores.

“O Governo acolhe com bons olhos a parceria estratégica com o governo regional dos Açores”, disse Miguel da Moura, que destacou a importância do protocolo que permite fortalecer a cooperação entre os dos governos dos dois territórios insulares, na medida em, sublinhou, abrirá portas para futuras parcerias no domínio agrícola, permitindo concretizar abordagens conjuntas em matéria de interesse comum.

Destacou ainda a importância deste projecto para a dinamização do sector agrário em Cabo Verde, que aposta numa “gestão criteriosa” da ARME e também na produção de produtos agrícolas de alto valor económico, sobretudo, de curto ciclo agrícola, um exemplo daquilo que o Governo ambiciona para Cabo Verde.

Os resultados deste projecto, sintetizou, significarão “mais uma pedra colocada” na consolidação das boas relações de cooperação a nível institucional entre as duas partes e na consolidação do processo de desenvolvimento no sector agrário, especialmente em Cabo Verde, concretamente na ilha de Santiago.

TC/AA

Inforpress/Fim

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