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Governo estabelece meta de seis meses para os aviões da TACV voltarem a voar

Santa Maria, ilha do Sal, 04 Set (Inforpress) – O Governo estabeleceu uma meta de seis meses para que a TACV, recuperada do parceiro estratégico, volte a pôr os aviões a voar, adiantou hoje o ministro do Turismo e Transportes, Carlos Santos.

O governante, que falava aos jornalistas no final do II Fórum Mundial sobre Investimento Turístico em África, disse que o executivo está a trabalhar com o conselho de administração da TACV, recentemente eleito, para criar as condições para ter o novo plano de negócios e pôr, de novo, os aviões da companhia de bandeira a voarem.

“É essa a nossa ambição, é esse o nosso objectivo e pretendemos fazê-lo com a urgência necessária porque a TACV é uma peça essencial da estratégia de desenvolvimento da plataforma aérea que pretendemos montar em Cabo Verde e mais propriamente na ilha do Sal”, proferiu.

Carlos Santos realçou que essa plataforma é, de facto, um dos pilares daquilo que é a visão e ambição do Governo em matéria de desenvolvimento do país.

“Sem termos conectividade, sem olharmos para fora, não será com o mercado interno que almejamos desenvolver e o crescimento do país. Temos de contar com o mercado externo e para isso temos de ter a plataforma a funcionar, o contacto com exterior para que as coisas aconteçam e para que possamos aumentar o nosso mercado”, explicou.

Questionado para quando os voos da TACV serão retomados, Carlos Santos precisou que o Governo deu um prazo de até seis meses para pôr os aviões a voar.

“É esta a nossa vontade e é com este objectivo que nós continuamos a contar”, afirmou.

No início do mês de Julho deste a TACV, adquiriu o nome comercial de Cabo Verde Airlines (CVA) voltou ao controlo do Estado por decisão do governo, após a venda de 51% a investidores islandeses em 2019, e meados de Agosto a assembleia-geral elegeu o novo conselho de administração, liderado por Sara Pires.

Esta sexta feira, o presidente da Câmara de Comércio de Sotavento, Jorge Spencer Lima, disse que, por conta da falta de uma companhia de bandeira, a TAP, Transportadora Aérea Portuguesa, tem estado a explorar os cabo-verdianos cobrando entre 1.700 e 1.800 euros, quase 200 mil escudos por uma viagem de três horas e meia.

Por isso, Jorge Spencer Lima pede, ao Governo que tome as medidas necessárias para agilizar a operacionalização dos TACV, para que o país possa ter a oportunidade de dar a volta a esta situação que classificou de “extorsão” aos cabo-verdianos.

MJB/CP
Inforpress/fim

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