Governo diz que já cumpriu 1/3 da meta da legislatura em matéria de criação de emprego

Cidade da Praia, 03 Abr (Inforpress) – Os dados do INE divulgados sexta-feira,31, indicam que o número de empregos criados em 2016 foi de 15.240, mas para o Governo este é um indicador de que já cumpriu mais de 1/3 da meta estabelecida em matéria do emprego.

Em conferência de imprensa hoje para reagir aso dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatísticas, o ministro da Economia e Emprego, José Gonçalves, frisou que este é o maior número de emprego criado nos últimos seis anos, ultrapassando em mais de 30 por cento o número de emprego mais elevado atingido durante o mandato do anterior de Governo, que foi de 11.654 no ano de 2015.

“Os dados sobre o emprego foram recolhidos no período homologo do último trimestre do ano passado, ou seja, entre Outubro e Dezembro de 2016, cerca de seis a oito meses depois da nossa tomada de posse 22 de Abril de 2016”, precisou.

Para o ministro esses dados de 2016 são “deveras muito positivos” e atestam “claramente” que o Governo está num bom caminho para atingir a meta traçada de 45.000 postos de trabalho durante o mandato.

“Ultrapassamos já em mais de 1/3 esta meta, em menos de um ano de governação”, salientou o ministro adiantando que perante os dados apresentados pelo INE não se compreende porque a comunicação social e outros interlocutores da sociedade cabo-verdiana preferiram destacar o lado negativo…”.

É que apesar de assinalar o aumento em relação ao aumento emprego, os dados do INE apontaram para o aumento da taxa de desemprego em 2,6 pontos percentuais, passando de 12,4 para 15 por cento, aumentando o número de desempregados de 27.599 para 36.955.

“Preferiram ver o copo meio vazio que não meio cheio”, disse o ministro justificando o aumento da taxa de desemprego com o aumento das pessoas que passaram a procurar emprego, ou seja, que passaram da condição de inactivos para activos.

Citando dados do INE, José Gonçalves disse que de 2015 para 2016 o número de inactivos diminuiu de 158.910 para 140.453. Em contrapartida houve aumento considerável daqueles que passaram de inactivos para activos.

“A diferença é precisamente as 18.443 que saíram à procura de emprego, quando de 2014 para 2015 foram apenas 1.319. Quer dizer que muita pouca gente foi à procura de emprego em 2015 ao passo que muita gente, quase 18 vezes mais foram à procura de empregos em 2016”, justificou adiantando que tal facto se deve à confiança e à esperança das pessoas na seriedade e compromisso do actual Governo.

MJB/FP

Inforpress/fim

 

 

 

 

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