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Governo diz que a decisão do Reino Unido de retirar o País da lista vermelha é o reflexo de um “bom combate” à covid-19

Cidade da Praia, 08 Out (Inforpress) – O primeiro-ministro afirmou hoje que a decisão do Reino Unido de retirar Cabo Verde da lista vermelha é uma “boa notícia” e é o reflexo de um “bom combate” que o País tem feito à pandemia da covid-19.
“Os números estão aí para expressar esses resultados [do combate contra a covid-19”, indicou Ulisses Correia e Silva, que espera que na próxima semana o País atinja 80% (por cento) da população com pelo menos uma dose da vacina.

O primeiro-ministro fez essas considerações à imprensa, à margem da abertura do ano académico 2021/2022 a que presidiu na Universidade de Cabo Verde.

Segundo o chefe do Governo, perspectiva-se que até finais de Outubro, 85% da população tenha a primeira vacina e 50% com a vacinação completa.

“Isto significa que o nosso nível de segurança permite que possamos nos apresentar internacionalmente como país que está a controlar a pandemia”, congratulou-se o chefe do Governo.

Na sua perspectiva, a decisão do Reino Unido é “fundamental”, porque é um dos principais centros emissores de turistas para Cabo Verde, particularmente para as ilhas do Sal e da Boa Vista.

Para ele, o regresso dos turistas ao País tem reflexos na reabertura dos hotéis, que já começaram a reabrir-se, quer no Sal, quer na Boa Vista.

“Tem reflexo no emprego que volta a acontecer, no rendimento que circula e, também, na dinamização da economia”, apontou Correia e Silva, referindo-se à vinda dos turistas a Cabo Verde.

Para o chefe do Governo, o País deve continuar nesta “boa senda” do combate à pandemia, para “melhorarmos ainda mais as nossas condições de país seguro”.

Correia e Silva reiterou o desejo do executivo em vacinar a população dos 12 aos 17 anos de idade.

“Em novembro, iniciaremos seguramente [a vacinação nesta faixa etária]. Estamos à espera da chegada das vacinas da Pfizer, que virão dos Estados Unidos da América e creio que será um processo que ficará muito facilitado porque será essencialmente uma vacinação nas escolas”, garantiu o primeiro-ministro.

LC/JMV
Inforpress/Fim

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