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Governo disponível fazer de tudo para que a situação na Guiné-Bissau se normalize

Cidade da Praia, 04 Mar (Inforpress) – O Governo mostrou-se hoje disponível em “fazer de tudo” para que a situação na Guiné-Bissau se normalize o quanto antes e ajudar a atravessar a crise política que se vive naquele país.

 

A disponibilidade foi manifestada pelo ministro-Adjunto do primeiro-ministro e ministro para a Integração Regional, Rui Figueiredo Soares, em declarações à imprensa, à margem de uma visita que efectuou às instalações da Câmara do Comércio Indústria e Serviços Sotavento (CCISS), esta quarta-feira, na cidade da Praia.

 

Conforme realçou, Cabo Verde preside actualmente a Comunidades dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), faz parte da União Africana e da CEDEAO e toda a posição que  tomar nesta matéria terá de ter em conta o que se deve fazer com estas instâncias internacionais que se tem ocupado situação.

 

“Nós, enquanto Governo de Cabo Verde, devemos dizer que estamos disponíveis e interessados em fazer tudo para que a situação na Guiné-Bissau se normalize o quanto antes porque o povo da Guiné-Bissau merece dias de desenvolvimento, paz e prosperidade”, afirmou.

 

Guiné-Bissau vive desde a semana passada um novo momento de tensão política, iniciado com a decisão de Umaro Sissoco Embaló, dado como vencedor das presidenciais pela Comissão Nacional de Eleições (CNE), de tomar posse como Presidente do país, enquanto decorre um recurso de contencioso eleitoral no Supremo Tribunal de Justiça apresentado por Domingos Simões Pereira, que alega irregularidades graves no processo.

Na sequência da tomada de posse, Umaro Sissoco Embaló demitiu Aristides Gomes, que lidera o Governo que saiu das legislativas e que tem a maioria no parlamento do país, e nomeou Nuno Nabian para o cargo.

Após estas decisões, os militares guineenses ocuparam e encerraram as instituições do Estado guineense, impedindo Aristides Gomes e o seu Governo de continuar em funções.

Mediadora da crise guineense, a Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO) voltou a ameaçar impor sanções a quem atente contra a ordem constitucional estabelecida na Guiné-Bissau e acusou os militares de se imiscuírem nos assuntos políticos.

As Nações Unidas, a União Europeia e a Comunidades dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) apelaram ao diálogo e à resolução da crise política com base no cumprimento das leis e da Constituição do país.

CM/AA

Inforpress/Fim

 

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