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Governo destaca importância do AFRITAC West 2 no reforço das instituições e qualificação dos recursos humanos

 

Cidade da Praia, 28 Abr (Inforpress) – O ministro das Finanças, Olavo Correia, realçou hoje a importância do Centro Regional de Assistência Técnica do Fundo Monetário Internacional (FMI) – AFRITAC West 2 (AFW2) no reforço das instituições e na qualificação dos recursos humanos cabo-verdiano.

O governante fez estas considerações à imprensa hoje, na Cidade da Praia, à margem da abertura da quinta reunião do Comité de Pilotagem do AFRITAC West 2, que preside, e que cobre seis países da África ocidental, designadamente Cabo Verde, Gâmbia, Gana, Nigéria, Libéria e Serra Leoa.

“Cabo Verde já está a beneficiar disto, porque temos tido um apoio muito forte como a nível da formação e assistência técnica por parte do AFRITAC 2 e do Centro de Formação do Fundo Monetário Internacional (FMI), quer a nível do Banco Central quer a nível do Ministério da Finanças”, afirmou.

Nesse sentido, Olavo Correia disse que o país precisa de apoio desta natureza, que considerou de essencial para o futuro do país, para que possam reforçar a aposta que têm vindo a fazer no que tange às instituições e aumento da capacidade de qualificar os recursos humanos.

De acordo com o ministro das Finanças, o “mais importante” desta reunião rotativa é a partilha de experiência, opiniões, sugestões para que possam melhorar o quadro institucional, política monetária, gestão financeira, gestão orçamental e o reforço da transparência.

Olavo Correia, que falava da “transparência”, salientou o reforço da mesma a nível das políticas públicas, por forma a que todas as políticas sejam orientadas para o objectivo que é desenvolver os países que fazem parte do AFRITAC e ainda do continente africano.

Avançou igualmente que Cabo Verde já tem um plano de acção previsto quer a nível nacional e quer a nível multinacional, que vai servir para apoio das estatísticas, Banco Central, Ministério das Finanças, mas também toda a direcção nacional.

O plano terá igualmente valências em matéria da orçamentação, planeamento, estratégia futura do desenvolvimento para o arquipélago, aspectos que diz serem “fundamentais”, isto porque, defendeu, o país tem necessidades e carências e tem uma equipa muito jovem que “precisa ser qualificada”.

No seu entender, esta reunião que tem o propósito de “partilhar experiência” acaba por acelerar este processo de aprendizagem que se precisa para dar um salto qualitativo em matéria de qualificação das instituições nacionais.

Em relação às recomendações da última reunião realizada em Abril de 2016 em Bijilo, Gâmbia, assegurou que “várias” acções já foram implementadas e que o AFRICAT tem sido um “grande sucesso”.

“Estamos a aproveitar o máximo as competências que existem a este nível para reforçarmos a nossa capacidade sobretudo em termos de matéria do planeamento, orçamentação, gestão orçamental, previsão das receitas públicas e também a nível do Banco Central e das estatísticas”, enfatizou.

FM/ZS

Inforpress/Fim

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