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Governo defende aposta nas tecnologias para colocar Cabo Verde “na linha da frente” da governação digital (c/áudio)

Cidade da Praia, 22 Fev (Inforpress) – O vice-primeiro-ministro, Olavo Correia, destacou hoje a importância da aposta nas tecnologias como forma de colocar Cabo Verde “na linha da frente” para uma governação digital eficiente.

O também titular da pasta da Finanças fez esta afirmação à imprensa, após uma visita às instalações do Nosi, na Cidade da Praia, no âmbito das deslocações que tem realizado às empresas e instituições do País.

Conforme o governante, a aposta na era digital é uma “grande oportunidade para o pais”, indicando que o Estado quer avançar mais, melhorando nos principais factores de desenvolvimento do sector, nomeadamente “a conectividade, acesso a banda larga e preço mais baixo”, mas também na continuidade de serviço.

“Tudo aquilo que tiver relacionado com o Estado em matéria digital, cria oportunidades para Start Up de jovens cabo-verdianos, que saem das universidades e que podem prestar um serviço de qualidade, para economia, gerando empregos”, afirmou, sustentando que, assim, “podem dar o contributo para que o país possa avançar”.

Entretanto, realçou que é necessário “acabar com a burocracia” nos serviços administrativos do Estado, considerando tal de “um cancro no sistema”, que dificulta a vida das empresas e instituições e limita o potencial de crescimento da economia.

“Quanto menos tempos tivermos para tramitação burocrática, melhor para todos, para a economia, para os cidadãos e isso só será possível se apostarmos nas tecnologias.   É o que estamos a fazer a toda tramitação administrativa”, salientou.

O vice-primeiro-ministro anunciou ainda que o Governo vai avançar com um conjunto de reformas, nomeadamente a nível da introdução de tecnologia 4G, a nível da lei que estabelece o quadro para as comunicações, criação de um fundo de apoio à sociedade da informação, criando ao mesmo tempo, “um ecossistema para auxiliar as start-up cabo-verdiano”.

Com isso, reforçou, as reformas terão um papel importante no sector das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), que engloba o financiamento, a fiscalidade, a promoção empresarial e a criação de oportunidades de mercado.

Ressalvou, por isso,  que o sector é “modernizador e revolucionário”, do ponto de vista da governação, quer em relação ao aumento de negócios, mas também ao serviço que se presta ao cidadão.

HR/AA

Inforpress/Fim

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