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Governo alerta para a necessidade de se precaver das alterações climáticas e proteger a vida das pessoas

Cidade da Praia, 14 Jun (Inforpress) – O secretário de Estado para a Economia Agrária alertou hoje para a necessidade de o País se precaver das alterações climáticas para proteger a vida das pessoas, dos seus bens económicos e a economia como um todo.

Miguel da Moura manifestou esta consideração durante a abertura da formação para Observadores Meteorológicos,  promovida pelo Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica, virada para a formação de técnicos para a recolha, análise e disponibilização de informações à sociedade, aos operadores económicos e agrícolas de entre outras classes.

Segundo a mesma fonte, as mudanças climáticas e seus efeitos são uma das maiores ameaças para a humanidade, e Cabo Verde “não foge à excepção”, afirmado que devido a pequenez do território cabo-verdiano, sua localização geográfica e as contingências do clima, o País entra no lote dos mais visados das alterações climáticas.

Reportou que nos últimos tempos foram registados várias ocorrências em Cabo Verde que leva a uma reflexão sobre a pertinência deste tipo do curso, como as chuvas torrenciais de Setembro de 2020 e a última erupção vulcânica, de entre outros constrangimentos.

Miguel da Moura considerou tratar-se de serviços “altamente qualificados e qualificável esta formação”, para ressaltar que esta capacitação permite a criação de uma capacidade endógenas, em ciência de meteorológica, que o mesmo considera complexa, para poderem estar em condições de se iniciarem neste ramo de conhecimento de “extrema importância”.

Apontou, como exemplo, que assim como os aviões que passam no espaço aéreo cabo-verdiano são orientados a partir da ilha do Sal, doravante os agricultores “vão ter nos próximos tempos de ter a informação meteorológica para decidir a quantidade de água a utilizar, a qualidade do solo, a temperatura e a humidade”.

Isto para que as suas actividades, “também, sejam baseadas em decisões racionais”, tendo sublinhado que “para tomar uma decisão, para investir, é preciso informação, o que estes jovens vão aprender nos próximos meses a recolher, a tratar e a disponibilizar para toda a sociedade”.

“Conhecendo os riscos somos capazes de decidir na direcção certa”, observou Mora, acrescentando que esta formação vai ao encontro da linha do Programa do Governo que, atestou, coloca ênfase na economia agrária baseada em informações técnicas, simples e direccionadas para que nos próximos tempos Cabo Verde consiga adoptar uma agricultura inteligente.

Com a duração de seis meses, esta acção de formação destinada a 10 jovens quadros, decorre na Faculdade da Educação e Desporto da UNI-CV, numa parceria que envolve Ministério da agricultura, a FAO, a União Europeia, o Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica e a universidade pública.

SR/AA

Inforpress/Fim

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