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Geraldino Gomes representa Cabo Verde na final da 18ª edição internacional do concurso “Ponte Chinesa” na China

Cidade da Praia, 18 Mai (Inforpress) –  O estudante do Instituto Confúcio Geraldino Gomes venceu hoje a 2ª Competição de Proficiência em Língua Chinesa e irá representar Cabo Verde na fase eliminatória que decorrerá na China, competindo com adversários de mais de 120 países.

O concurso, denominado também de “Ponte Chinesa” (Chinese Bridge), realizado pelo Instituto Confúcio, da Universidade de Cabo Verde, segundo a directora da instituição, Ermelinda Tavares, dá aos alunos oportunidade de demonstrarem aquilo que aprenderam durante os anos de estudos da língua mandarim, a nível oral.

Durante o concurso, o segundo a nível nacional, os 15 alunos, sendo 11 da Praia e quatro de São Vicente, provenientes de universidades, liceus e do Instituto Confúcio, desenvolveram um tema sobre a cultura, dança ou música relacionado com a China.

Para Geraldino Gomes, que há dois anos estuda o mandarim na Universidade de Cabo Verde, isto é um grande incentivo para continuar a apostar nesta língua. O mesmo prometeu dar o seu máximo para conquistar a prova final na China.

Para a ministra da Educação, Maritza Rosaball, que presidiu à cerimónia de abertura deste concurso, esta iniciativa para além de possibilitar ao vencedor a oportunidade de participar na fase eliminatória da 18ª edição do concurso a nível internacional, este terá a possibilidade de usufruir de uma bolsa de estudo para estudar a língua e cultura chinesas numa universidade naquele país asiático.

Através do Instituto Confúcio, sublinhou, os estudantes universitários e os secundários estão a ter oportunidade de aprender a língua e a ter conhecimento da cultura da China.

Para o embaixador da República Popular da China em Cabo Verde, Du Xiaocong, este concurso inspira os interesses dos jovens cabo-verdianos em aprender a língua e a cultura chinesas.

O projecto de ensino do mandarim, implementado no ano lectivo 2017/18 em 12 liceus e destinado aos alunos do 9º ano, foi alargado para mais quatro escolas e para o 10º, 11º, 12º anos de escolaridade. Neste momento, cerca de 1300 cabo-verdianos estudam a língua chinesa.

AM/ZS

Inforpress/Fim

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