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“Futuro da gestão cultural envolve um grande investimento na educação” – ministro da Cultura

Cidade da Praia, 20 Nov (Inforpress) – O ministro da Cultura e das Industrias Criativas, Abraão Vicente, defendeu que o futuro da gestão cultural envolve “um grande investimento” na educação, novas tecnologias e na gestão de dados.

Abraão Vicente fez esta declaração durante o fórum dos ministros da Cultura que ocorreu na sede da UNESCO, em Paris, Fraça, a terça-feira 19, em que os países convidados debruçaram sobre o lugar da cultura na política pública e no desenvolvimento sustentável.

O ministro da Cultura e das Industrias Criativas salientou ainda que a aposta no investimento na educação, novas tecnologias e na gestão de dados, com a introdução da inteligência artificial, agregado ao mapa cultural e dos dados das indústrias criativas, pode vir a ser uma mais-valia para a gestão do património material e imaterial, a arte e a diversidade cultural.

Durante a sua intervenção no encontro, o também presidente da Comissão Nacional de Cabo Verde para a UNESCO (CNU) evocou a gestão inteligente dos patrimónios construídos, naturais e imateriais, através das novas tecnologias, gestão de dados e da inteligência artificial.

Para o governante, é necessário fazer alguns investimentos para o melhor desenvolvimento e sustentabilidade do sector da cultura e tudo aquilo que a envolve.

A aposta no investimento de infra-estruturas culturais públicas, formação contínua e qualificada, o respeito pelos direitos de autor e direitos conexos, a transferência directa de recursos por parte do estado para o sector da Cultura, a formalização das profissões ligadas à indústria criativa e o peso da cultura no PIB, foram outras questões abordadas durante o  fórum que aconteceu 20 anos depois da sua última realização.

Tendo em conta a indicação da Comissão Técnica da UNESCO para a inscrição da morna na lista representativa de Património Cultural Imaterial da Humanidade, o governante mostrou-se “ciente” de que a consagração da morna como Património da Humanidade é “um estímulo” para a sua preservação.

“Acreditamos que essa consagração abrirá caminho para a preservação do nosso património, tanto a nível material quanto a imaterial e que, com isso, venha a ter lugar no sistema de ensino” concluiu.

WN/AA

Inforpress/Fim

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