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Fundação Maio Biodiversidade leva experiência científica sobre a protecção marinha a simpósio mundial na Colômbia

Porto Inglês, 04 Mar (Inforpress) – O biólogo marinho da Fundação Maio Biodiversidade Juan Martinez vai apresentar os estudos científicos realizados na ilha e a sua experiência na protecção das tartarugas marinhas à conferência mundial, que se realiza de 14 a 21 na Colômbia.

Em declaração à Inforpress, Juan Martinez assegurou que durante o simpósio vão partilhar com os participantes, as experiências da FMB sobre a protecção da natureza marinha, com destaque para as tartarugas, assim como os estudos científicos que foram realizados nestes últimos anos, na área social, passando pela parte da contaminação dos micro e macroplásticos nas praias da ilha.

Segundo avançou aquele representante, o encontro vai servir para também apresentar os estudos referentes ao tipo e qualidade da areia existente na ilha, assim como a história do consumo das tartarugas na ilha ao longo dos anos e parte do estudo de toda a população das tartarugas marinhas existentes na ilha realizado desde 2012 a esta parte.

“O número de tartarugas marinhas em Cabo Verde, que temos vindo a estudar desde 2012 a esta parte, é superior ao que se crê neste momento, de acordo com os números que temos recolhido, por exemplo da ilha do Sal e do Maio”, salientou.

“Vamos destacar a importância da ilha do Maio na protecção das tartarugas marinhas a nível mundial como um ponto importante na conservação da tartaruga careta-careta”, acrescentou.

Juan Martinez fez saber ainda que estes trabalhos foram desenvolvidos em parceria com a Universidade de Aveiro (Portugal), e informou que vão apresentar a parceria que estão a desenvolver com o Projecto Vitó no ilhéu rombo na ilha do Fogo no que tange a protecção das aves marinhas.

Um outro aspecto que aquele biólogo avançou que vai ser divulgado durante o simpósio tem que ver com “como a comunidade de Barreiro se organizou, através do presidente da equipa de futebol, em que passaram de uma comunidade em que havia mais apanha de tartaruga para uma comunidade, onde em 2019, não houve nenhuma apanha. “Por isso queremos destacar este feito”, justificou.

Juan Martinez informou ainda que todas estas informações também vão ser divulgadas em revistas científicas de impacto mundial, de modo a permitir que outras pessoas com interesse nesta área possam ter acesso a estas informações, que, na sua opinião, vão servir para divulgar a ilha do Maio neste contexto da protecção dos recursos marinhos.

WN/ZS

Inforpress/Fim

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