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Frescomar participa em duas feiras internacionais para diversificar mercados e buscar alternativas no mercado da CEDEAO

Mindelo, 16 Nov (Inforpress) – A conserveira Frescomar, sediada em São Vicente, tem garantida presença em duas feiras internacionais, na Nigéria e em Angola, com a pretensão de diversificar o mercado para os seus produtos e buscar alternativas no mercado africano. 

A intenção foi manifestada à Inforpress, no Mindelo, pelo adjunto do presidente do conselho de administração da empresa cabo-verdiana/espanhola, Manuel Monteiro, que indicou que, na Nigéria, a Frescomar vai participar, de 23 a 25 do corrente mês, na “2nd Pakistan – Africa Trade Development Exhibition”, em Lagos. 

Trata-se, segundo a mesma fonte, de uma mostra organizada pela República Islâmica do Paquistão, que promove um ciclo de conferências para reforçar a cooperação bilateral com os países africanos, criando oportunidades de interação do comércio e investimentos bilaterais com a Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO). 

“A primeira conferência realizou-se em Janeiro de 2020, no Quénia, com resultados económicos e empresariais que superaram as expectativas”, apontou a mesma fonte, que referiu que o evento da Nigéria inclui uma exposição de produtos de empresas do Paquistão e de todos os países convidados. 

Quer para a feira da Nigéria, quer para a Feira Internacional de Luanda (Filda), que ocorre em Angola, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, a Frescomar, segundo Manuel Monteiro, vai levar alguns dos produtos da fábrica do Mindelo, sobretudo o novo produto ‘Little Tuna’ (pequeno atum), para além de flyers com informações gerais da empresa e do que produz. 

Estas serão oportunidades, segundo Monteiro, de a Frescomar tratar de contactos e “particular ajuda” para a introdução de seus produtos, “com garantias de cobrança”, o que seria um “enorme passo”. 

Outro objectivo para participar nas duas mostras passa pelo estreitar das relações da empresa com os países da CEDEAO e outros, entre eles Nigéria, Senegal e Angola. 

“Desejamos também entrar e explorar o mercado africano, explorando a zona de livre comércio, importar matéria prima da CEDEAO e exportar o produto final”, concretizou o adjunto do presidente do conselho de administração da Frescomar. 

A Frescomar é uma sociedade anónima cabo-verdiano/espanhola que obteve certificado de empresa franca em Abril de 1997 para se dedicar à prática de transformação do pescado e sua comercialização, tendo a Europa como principal mercado. 

Actualmente estão empregados na unidade do Lazareto para cima de mil pessoas. 

AA/ZS

Inforpress/Fim 

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