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Fotógrafo Hermano Noronha apresenta fotos das paisagens marítimas das ilhas de São Vicente e de Santiago

Cidade da Praia, 09 Ago (Inforpress) – O fotógrafo português Hermano Noronha apresenta no dia 13, no auditório do Centro Cultural Português, na cidade da Praia, um resume do trabalho de exploração visual das paisagens marítimas das ilhas de São Vicente e de Santiago que realizou.

Segundo uma nota de imprensa enviada à Inforpress, o fotógrafo português esteve numa missão em Cabo Verde de 24 de Julho a 14 de Agosto de 2018, no âmbito do projecto CONCHA, da Cátedra UNESCO – “O Património Cultural dos Oceanos” acolhido pelo Instituto do Património Cultural (IPC).

Esta missão teve como objectivo explorar visualmente as paisagens marítimas das ilhas de São Vicente e de Santiago.

O projecto CONCHA da Cátedra UNESCO visa desenvolver conhecimentos históricos e patrimoniais, no domínio da investigação, salvaguarda e valorização do legado subaquático.

Com a duração de três anos, o projecto CONCHA explica as diferentes formas pelas quais as cidades portuárias se desenvolveram em torno da borda do Atlântico no final do século XV e início do século XVI em relação aos diferentes ambientes ecológicos e económicos globais, regionais e locais.

Para além de organizar oficinas académicas e publicações, o projecto pretende educar, envolvendo o público em pesquisas históricas com uma série de conferências e exposições e auxiliando as instituições públicas no desenvolvimento da conservação do património e do turismo.

Cabo Verde integra o projecto CONCHA, através do Instituto do Património Cultural (IPC), juntamente com a Universidade Pablo de Olavide, Old Dominion University, Observatório do Mar dos Açores, (OMA) – Trinity College Dublin Global, Associação para as Ciências do Mar, Universidade do Norte Mar, Ambiente e Pesca Artesanal, Universidade Federal de Sergipe e Eveha International.

Em Cabo Verde, o projecto iniciou-se em Abril de 2018 com o primeiro mergulho em arqueologia subaquática no ancoradouro da Baia da Cidade Velha, seguindo-se para a Urânia (Baía do Ilhéu de Santa Maria), e baia de São Francisco, onde se fez a georreferenciação do local.

Na segunda fase, que decorreu em Agosto do mesmo ano, contemplou-se mergulho e escavação subaquática, recolha e análises de peças.

AM/ZS

Inforpress/Fim

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