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Fogo: Projecto de agricultura e ambiente financiado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de Itália vai ser implementado no Fogo e Santiago

São Filipe, 03 Ago (Inforpress) – O projecto na área de agricultura e ambiente, financiado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de Itália, vai ser implementado, nos próximos três anos, nas ilhas do Fogo e Santiago (Santa Cruz), disse a responsável local da Cospe, Carla Cossu.

A informação foi transmitida aos participantes da 13ª mesa de diálogo do projecto “Rotas do Fogo”, implementado pela organização não governamental italiana, Cospe, realizada sexta-feira, na localidade de Chã das Caldeiras, na presença do presidente e da director4a-geral da Cospe.

Segundo Carla Cossu, o projecto que está aprovado deve começar em meados de Novembro/Dezembro e tem a duração de três anos e as suas actividades têm a ver com a cadeia de valor dos produtos, estando por isso, neste momento os promotores e parceiros a identificar os produtos a serem trabalhados, no âmbito do projecto, nas ilhas do Fogo e Santiago, no município de Santa Cruz.

A responsável local da Cospe disse que há muitos anos que o Ministério dos Negócios Estrangeiros italiano não financiava projectos em Cabo Verde, o que significa que a ideia do projecto valeu, observando que desta vez a Cospe vai implementar o programa em parceria com outra organização não-governamental italiana, “Coper-mundo”, contando com o envolvimento dos Ministérios da Agricultura dos dois países, que participaram, desde inicio, na elaboração do projecto, e com outras entidades parceiras nacionais como Laço Branco e a Comissão Regional de Parceiros (CRP).

Além deste projecto, a Cospe participou na convocatória da União Europeia com o projecto “direitos humanos” e foi seleccionado na primeira fase, disse Carla Cossu, indicando que é um projecto no qual tem muita expectativa, esperando que o mesmo venha a ser aprovado pela entidade financiadora.

Segundo a mesma, é um projecto para três anos e conta com a parceria do Laço Branco, Comissão Regional dos Parceiros (CRP), escola secundária Dr. Teixeira de Sousa (São Filipe) e a cadeia regional Fogo/Brava, e vai ser implementado nas ilhas do Fogo e da Brava.

O sector de direitos humanos foi escolhido, segundo a mesma fonte, porque é um o projecto que vai trabalhar muito a questão juvenil, camada populacional considerada como motora do desenvolvimento e pretende-se mudar a mentalidade, trabalhando com as escolas secundárias das duas ilhas.

Além do sector juvenil, o projecto vai implementar actividades na cadeia, trabalhando sobretudo com os jovens e estimula-los a não regressar à estrada de criminalidade, mas antes a escolher outras actividades.

O projecto também vai desenvolver actividades dedicadas às mulheres e o papel das mulheres na ilha do Fogo.

JR/JMV

Inforpress/Fim

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