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Fogo: Fundação Padre Ottavio Fasano e delegações de Educação e ICCA com talk-show’ para marcar “Março, mês da mulher”

São Filipe, 26 Fev (Inforpress) – A Fundação Padre Ottavio Fasano, em parceria com as delegações do Ministério da Educação e do Instituto Cabo-verdiano da Criança e Adolescência (ICCA) promove no dia 06 de Março um ‘talk-show’ para celebrar “Março, mês da mulher”.

O talk-show, que deve contar com a participação da primeira-dama, Lígia Fonseca, tem como lema “A mudança começa em mim”, já que a pobreza em Cabo Verde “tem o rosto feminino e jovem”, em que 53 por cento (%) dos pobres são mulheres e 60% tem menos de 25 anos, apesar dos sucessivos governos terem dado “muita atenção” a esta problemática e “várias acções e programas” para debelar esta situação.

“Esta não é uma luta somente do Governo, mas também de cada um dos seus cidadãos, principalmente das jovens mulheres que devem ser mais activas na sociedade, com vista ao seu desenvolvimento e empoderamento pleno”, refere a organização.

A secretária-geral da Fundação, Maria da Graça, conduzirá a conversa sobre as condições existentes na sociedade cabo-verdiana para o equilíbrio do género e como podem as meninas agirem para contribuírem para concretizar as mudanças necessárias.

A conversa contará com a participação, além da primeira-dama, da gestora bancária Edelmira Barros, do arquitecto Hugo Lopes, responsável técnico das obras da requalificação de Chã das Caldeiras, da delegada do ICCA, Samira Teixeira, e do delegado do Ministério da Educação em São Filipe, Emanuel Barbosa.

Durante o evento serão orientadas questões como “O ensino em Cabo Verde está ou não preparado para preparar profissionalmente e empoderar as meninas”, “A família cabo-verdiana actua no sentido de haver um equilíbrio na educação entre meninas e rapazes”, “As expectativas das meninas para o futuro estão alinhadas com o equilíbrio do género que é desejável”.

A conversa vai tentar responder ainda outras questões, nomeadamente que factores concorrente para que a taxa de participação das mulheres em actividades de lazer ser superior a taxa da participação dos homens, segundos os dados do Instituto Cabo-verdiano da Igualdade e Equidade do Género (ICIEG).

Outra questão será se Cabo Verde pode ser considerado um país modelo para a educação de uma menina e que acções e que atitudes podem ser empreendidas pelas meninas com vista ao seu empoderamento social, financeiro e político.

JR/AA

Inforpress/Fim

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