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Fogo: Deputado do PAICV exige “resolução imediata” da questão da “evacuação médica”

 

Cidade da Praia, 06 Jun (Inforpress) – O deputado do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV – oposição), Júlio Correia, exigiu hoje do Governo a “resolução imediata” da questão da “evacuação médica” da ilha do Fogo para a Cidade da Praia.

Através de um comunicado, Júlio Correia que é natural da ilha do Fogo e eleito pelo círculo eleitoral de Santiago Sul, manifestou o seu repúdio pela forma como os doentes vêm sendo transferidos da ilha do Fogo, por via marítima devido a impossibilidade de fazê-lo por via aérea.

O deputado considerou de “irresponsabilidade e falta de respeito” a não consideração de versões de transporte de doentes em maca nos aviões das duas companhias que fazem ligação entre Cidade da Praia e ilha do Fogo.

“A gravosa situação da evacuação médica, máxime da resolução de casos de urgência, na ilha do Fogo, com as duas companhias aéreas (a Binter e a ainda TACV) a não considerarem versões de transporte de doentes em maca, constitui uma irresponsabilidade e uma falta de respeito que dispensam adjetivações”, escreveu.

Júlio Correia culpabiliza o Governo pela situação, salientando que o executivo tomou ou permitiu tomar uma medida de abandono da ilha do Fogo e de colocar em risco de vida dos doentes com necessidade de “evacuação”.

Na sua perspectiva, esta situação denota “um claro desleixo das prioridades em termos de políticas públicas e um perder a máscara de seriedade para dar lugar à face insensível e da atual governação”.

Neste sentido, exige que o Governo reponha “imediatamente” a dignidade das condições sanitárias e de mobilidade da ilha.

“Mercê da urgência de medidas, clamamos, enquanto deputado da nação, à resolução imediata da questão da evacuação médica, sob pena de reagirmos de forma proporcionada e consequente contra decisões danosas do interesse colectivo”, sublinhou.

Nos últimos dias, quatro doentes foram transferidos por via marítima devido a impossibilidade de fazê-lo por via aérea, isto porque o aparelho da TACV que dispunha das condições não tem operado na rota de São Filipe.

MJB/CP

Inforpress/fim

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