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Fogo: “Crise pandémica condicionou o primeiro ano de mandato mas município dá sinal de retoma” – Alberto Nunes

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São Filipe, 19 Nov (Inforpress) – O presidente da Câmara Municipal de Santa Catarina do Fogo,  Alberto Nunes, admitiu hoje que a crise pandémica condicionou o primeiro ano do seu segundo mandato, mas que o município dá sinal de retoma das actividades.

Em declarações à Inforpress, Alberto Nunes, disse que apesar do contexto de crise o desempenho da autarquia neste primeiro ano “foi satisfatório”.

Segundo o mesmo, foi um ano de uma luta “muito forte” da câmara juntamente com o Governo para reduzir a situação pandémica, resolver os problemas e tentar recuperar a economia local, sublinhando que neste momento o município está a retomar, gradualmente, as actividades.

Alberto Nunes salientou que algumas obras que eram para ser concluídos no primeiro mandato e que transitaram para o segundo estão concluídos e devem ser inaugurados nos próximos dias.

DestacoU a reabilitação das escolas de Estância Roque e Mãe Joana, o jardim de Figueira Pavão, a escola básica e o jardim de Achada Furna, do complexo educativo Eduardo Gomes Miranda e o seu anfiteatro.

A reabilitação da estrada Casinha/Cova Figueira, segundo a mesma fonte, deve ficar concluída ainda esta semana, apesar de “pequenos retoques” que vão continuar.

Por outro lado, indicou que a autarquia procedeu ao lançamento de concursos para a construção de placa desportiva em Cabeça Fundão, o projecto Três Baias de Alcatraz, que prevê a construção de 16 casas de pescadores, “numa fase avançada”, assim como a requalificação urbana de Cova Figueira, “na recta final”, estando a equipa camarária a trabalhar na segunda fase.

Concurso para reabilitação da escola básica de Cova Figueira, cujo valor é superior a 10 mil contos, e da escola de Figueira Pavão, concurso para o jardim de Maria da Cruz e para o centro de dia de Lapinha, construção do laboratório do complexo educativo Eduardo Gomes Miranda, financiada pela Embaixada da China e co-financiada pela câmara e associação luxemburguesa, são outras obras em curso ou a iniciar no segundo ano.

“Há um leque de obras iniciadas e concluídas e outras por iniciar”, disse Alberto Nunes, sublinhando que o município “já deu sinal de retoma das actividades”, com a vantagem de existirem muitos privados, sobretudo emigrantes, a investir na construção em várias localidades.

Com relação a Chã das Caldeiras, Nunes disse que o Governo priorizou actividades colectivas como jardim, escola do Ensino Básico Obrigatório, acessibilidade, água, electricidade e não resolver problemas individuais.

“Chã está bem servido, com cerca de 700 mil contos de investimentos, e as pessoas conscientes reconhecem que Chã de hoje tem muito mais valor e qualidade de vida que Chã que existia em 2014”, finalizou o autarca.

JR/AA

Inforpress/Fim

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