Fogo: Banco de sangue promove campanha de recolha de sangue para hospital regional

São Filipe, 18 Mar (Inforpress) – O banco de sangue do hospital regional São Francisco de Assis realizou uma campanha de recolha de sangue no Centro Educativo Casa Materna junto dos alunos do terceiro ciclo da escola Académica do Fogo.

A responsável do banco de sangue do hospital regional “São Francisco de Assis”, Élvia Fontes, avançou à Inforpress que a realização desta campanha se deve ao facto do stock de sangue neste estabelecimento hospitalar encontrar-se limitado, sublinhando que por isso a equipa resolveu sair do hospital e ir ao encontro de doadores.

A campanha, explicou a mesma fonte, é uma maneira de estar mais próxima da população, porque, adiantou, tem sido “um pouco difícil” os doadores deslocarem-se ao hospital para doar sangue de modo voluntário.

“Fizemos o contrário e ir ter com os doadores porque estando presente é mais fácil sensibiliza-los para doar sangue do que pela livre e espontânea vontade e iniciativa para sair de casa ou escolas para deslocar ao hospital para o efeito”, afirmou a responsável do banco de sangue.

A participação no período de manhã foi considerada “boa” pela responsável que confessou que não esperava uma participação tão grande dos alunos que, no dizer da mesma, estão sensibilizados, o que deixou a equipa do banco de sangue satisfeita.

Élvia Fontes indicou que dado o nível de participação, o banco vai realizar nos próximos tempos campanhas semelhantes em outras as escolas secundárias e instituições/serviços de modo a ter um stock razoável no hospital regional São Francisco de Assis que tem a valência de clínica-cirúrgica.

Antes da doação os alunos passaram pelo processo de triagem laboratorial e médica e os que estiveram aptos acabaram por doar sangue.

A responsável do banco de sangue deixou um apelo a todas as pessoas no sentido de participarem e serem doadores voluntários e regulares, contribuindo assim para salvar vidas porque lembrou que o sangue não se encontra disponível nas farmácias, mas sim nas veias humanas e que só com a solidariedade de cada um é possível ter sangue para salvar vidas.

JR/ZS

Inforpress/Fim

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