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Festival de Literatura-Mundo do Sal foi um êxito – Curadoria

 

Santa Maria, 10 Jul (Inforpress) – O curador do Festival Internacional de Literatura, José Luís Peixoto, asseverou, domingo, último dia da festa literária, que decorreu no Sal durante quatro dias, que esta primeira edição “foi um êxito”, tendo até “ultrapassado” o imaginado.

Chegado ao fim do evento literário, José Luís Peixoto, na qualidade de curador do Festival da Literatura-Mundo do Sal, disse em declarações à Inforpress que, agora, o momento é de balanço, de avaliar e tirar lições da realização da primeira edição, do projecto desta envergadura.

“Para já, a primeira ideia que fica, e muito clara, é de ter sido um êxito e em alguns pontos até ultrapassou o que nós imaginávamos. Ainda assim, sabemos que há uma parte do festival que só começa agora, que é a efectivação dos contactos feitos… que começaram aqui e esperamos vá muito além. O saldo é extremamente positivo”, manifestou, ciente, entretanto que em âmbitos como estes a perfeição não existe.

José Luís Peixoto concluiu, realçando o facto desta primeira edição ter permitido constatar que é possível fazer um festival de literatura em Cabo Verde, que existe interesse e que, com ele podem se construir relações efectivas que possibilitam coisas tão concretas.

“Como por exemplo, esta revista Words without Borders, que é uma das principais revistas literárias norte-americana estar a preparar um número integralmente dedicado à literatura cabo-verdiana, ter dois dos principais festivais literários do Brasil – o Salão Carioca do Livro, e o Fórum das Letras em Ouro Preto, Minas Gerais -, a estabelecerem parcerias para levar autores cabo-verdianos a participar nos seus eventos… É uma vitória, e esperamos que haja um eco ainda maior”, almejou.

Por sua vez, Filinto Elisio, da Rosa de Porcelana Editora, enquanto organizador do evento, sem querer ser juiz em causa própria ou ter excesso ou falta de modéstia, ainda assim, disse que essa primeira experiência “foi boa”.

“Creio que conseguimos realizar a primeira edição, embora tenhamos plena consciência que os objectivos de fazer Festival Literatura-Mundo em Cabo Verde não se cumprem numa só jornada. Mas o desafio está aberto”, disse Filinto Elísio exortando os autores e editores cabo-verdianos, as entidades em torno do livro e da cultura de Cabo Verde, a participarem e optimizarem mais Cabo Verde neste festival.

“Humildemente, vamos continuar a trabalhar e o que temos a prometer é que o festival a cada ano vai ser mais sustentável, ter parceiros internacionais que ajudem a consagrar o festival. E acredito, como todo evento desta natureza e vocação, que em três/quatro ano teremos um grande Festival do Mundo a partir de Sal/Cabo Verde” conjecturou.

SC/CP

Inforpress/Fim

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