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FCF considera fundamental a retoma da prática desportivo no País

Cidade da Praia, 30 Ago. (Inforpress) – O presidente da Federação Cabo-verdiana de Futebol (FCF) considerou hoje ser fundamental a retoma a prática das actividades desportivas no País, para que as formações realizadas durante a pandemia possam ter repercussão junto dos formandos.

Mário Semedo manifestou esta preocupação durante a cerimónia do encerramento do curso de árbitros de elite, em que participaram um total de 30 juízes, em representação de todas as regiões desportivas, num período marcado pelas dificuldades de ligações entre as ilhas e que contou com o suporte da FIFA.

O dirigente augurou votos para que a pandemia da covid-19 dê espaços, num futuro próximo, para a abertura das competições.

Mário Semedo considerou ser determinante ao Conselho Nacional de Arbitragem adpote uma nova estratégia que passa pela realização de cursos idênticos descentralizados, como fora a tirar proveito da proximidade das ilhas, para tornar menos dispendiosas e mais práticas estas formações, assim como para um melhor aproveitamento dos instrutores nacionais.

A formação a nível de línguas foi outra inquietação de Mário Semedo, para quem hoje em dia torna-se imprescindível o aperfeiçoamento de línguas estrangeiras, sobretudo inglês ou francês (idioma de trabalho da FIFA e da CAF) para árbitros e instrutores que aspiram carreiras internacionais estarem no centro das grandes decisões.

Adiantou que a FCF já contactou instituições que leccionam línguas estrangeiras, pelo que aconselhou o Conselho Nacional de Arbitragem a avançar com propostas concretas à direcção federativa, visando a organização de cursos do tipo, alegando que a tecnologia actualmente permite realização de cursos, mesmo à distância.

A potencialização da cooperação com outras organizações de arbitragem afigura-se, ainda, como outro desafio lançado por Semedo, que alertou para a necessidade de tirar melhor proveito das relações institucionais com a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol, APAF (Portugal), e organização dos árbitros de Senegal, “para que se possa aprender mais com outras experiências”.

“Hoje em dia não podemos fechar sobre nós mesmos aqui em Cabo Verde, porque isso não irá permitir o avanço que todos nós queremos. É necessário estender a cooperação, o relacionamento com outras organizações de arbitragem”, sublinhou Semedo, que clamou para estratégias de incentivos que atraiam a classe feminina para a carreira de árbitros de futebol.

Ministrada por dois técnicos da FIFA de 28 a 30 do corrente, esta acção de formação contou com oito árbitras, no universo de 30 participantes, e teve o papel fundamental de capacitar os mais destacados de cada ilha, virados para a integração do grupo de elite da arbitragem cabo-verdiana.

Já o presidente do Conselho Nacional de Arbitragem, Nelson Barbosa, destacou a entrega dos participantes, bem como dos instrutores nacionais e formadores estrangeiros, convicto de que a arbitragem cabo-verdiana saiu a ganhar com mais esta aposta.

SR/JMV
Inforpress/Fim

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