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Ex-PCA dos CCV diz que a participação da empresa na criação e extinção do Novo Banco foi “transparente”

 

Cidade da Praia, 11 Jul (Inforpress) – O ex-presidente do Conselho de Administração dos Correios de Cabo Verde (CCV), Atelano Fonseca disse hoje, na Cidade da Praia, que a participação da instituição na criação e extinção do Novo Banco foi “transparente e sem qualquer complicação”.

Atelano Fonseca que falava em declarações à imprensa depois de ser ouvido pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para esclarecer os contornos da criação e da extinção do Novo Banco, disse que a audição decorreu num clima “normal”, onde pôde explicar aos deputados a função dos CCV como accionista do Novo Banco.

Conforme indicou, os CCV detinham 25 por cento de participação do capital social do Novo Banco, na altura equivalente a 105 mil contos.

Explicou, por outro lado, que tinham um acordo que permitia ao Novo Banco utilizar os balções dos Correios de Cabo Verde sem ter que arrendar espaços no exterior para o funcionamento dos seus serviços.

“Em suma, éramos accionistas e ao mesmo tempo parceiros, essa era a nossa situação em relação ao Novo Banco“, esclareceu Atelano Fonseca, indicando que a situação dos CCV era diferente dos outros accionistas.

Explicou também que agora, depois de consumada a extinção, a comissão liquidatária vai ter de discutir com a empresa para ver o que fazer com os diferentes balções que o Novo Banco tem nos serviços dos Correios, em todas as ilhas.

“Isso agora compete à nova administração que vai negociar com a comissão liquidatária todo esse processo de recuperação de investimentos feitos nos balções do Novo Banco”, notou.

Nesta quarta-feira, 12, vão ser ouvidos também o ex-presidente do conselho de administração do Novo Banco, Carlos Moura, e a ex-administradora executiva da mesma instituição, Marly da Cruz.

No mês de Março, o BCV anunciou a medida de resolução que decretou ao Novo Banco, que consistiu na alienação parcial das suas actividades e da maior parte dos seus activos e passivos à Caixa Económica de Cabo Verde (CECV).

Eram accionistas do Novo Banco, o Estado de Cabo Verde que tinha uma participação de 42,33%, o Instituto Nacional de Previdência Social (INPS) com 28,28%, a com CECV 11,76%, os Correios de Cabo Verde com 7,35%, a Imobiliária Fundiária e Habitat (IFH) com 7,35% e o Banco Português de Gestão com 2,94%.

OM/FP

Inforpress/Fim

 

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