Search
Generic filters
Exact matches only
Search in title
Search in content
Search in excerpt
Filter by Categories
Politica
Desporto
Economia
Sociedade
Ambiente
Cooperação
Cultura
Internacional
Destaques
Eleições

EUA: Julgamento de Alex Saab começa em 03 de Janeiro – tribunal

O juiz Robert Scola, que presidirá ao julgamento, referiu que este terá a duração de duas semanas e estará a cargo de um júri, que será selecionado previamente.

Segundo documentos judiciais o juiz convocou todas as partes deste processo para o próximo dia 28 de dezembro, noticia a agência EFE.

Em 15 de Novembro, Alex Saab, alegado emissário do Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou perante o tribunal federal dos EUA, estar inocente num caso de lavagem de dinheiro.

Saab, de 49 anos, enfrenta uma pena de cerca de 20 anos de cadeia se for considerado culpado de uma acusação de conspiração num processo de lavagem de dinheiro, pena que pode ser reduzida se chegar a um acordo com o Ministério Público, o que pode incluir a denúncia de outros cúmplices.

Durante uma breve audiência realizada em 15 de Novembro num tribunal federal de Miami, a defesa insistiu que Saab é um diplomata venezuelano com prerrogativas de imunidade.

O juiz Robert Scola indeferiu no início do mês sete outras acusações de lavagem de dinheiro contra o arguido, que foi extraditado de Cabo Verde em 16 de Outubro.

A redução das acusações faz parte do acordo de extradição com o Governo de Cabo Verde para que, caso Saab venha a ser condenado, a pena não ultrapasse a que teria cumprido naquele país africano.

Alex Saab foi detido pela Interpol e pelas autoridades cabo-verdianas em 12 de Junho de 2020, durante uma escala técnica no Aeroporto Internacional Amílcar Cabral, ilha do Sal, com base num mandado de captura internacional emitido pelos EUA, numa viagem para o Irão em representação da Venezuela, com passaporte diplomático, enquanto ‘enviado especial’ do Governo venezuelano.

A sua detenção colocou Cabo Verde no centro de uma disputa entre o regime do Presidente Nicolás Maduro, na Venezuela, que alega as suas funções diplomáticas aquando da detenção, e a Presidência norte-americana, bem como irregularidades no mandado de captura internacional e no processo de detenção.

Inforpress/Lusa/Fim

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
  • Galeria de Fotos