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Estudo da ANAS recomenda modelo de concepção na gestão da água para a agricultura

Nova Sintra, 21 Jul (Inforpress) – Um estudo realizado pela ANAS para a concepção e elaboração de um modelo adequado à gestão de água superficial e subterrânea destinada à agricultura recomenda o modelo de concepção para gerir a água para a rega na agricultura.

Segundo um comunicado enviado à Inforpress, os principais constrangimentos que se colocam ao processo de gestão da água para a agricultura são o elevado volume de perdas de água, a subexploração de nascentes, galerias e poços, a falta ou insuficiência de água, fragilidade das instituições responsáveis pela exploração das infra-estruturas hídricas.

Mas também, apontou a falta de pagamento pelos serviços da água, a escassa ou inexistente informação sobre o cadastro dos agricultores como sendo alguns dos principais constrangimentos.

Daí, a Agência Nacional de Água e Saneamento (ANAS) decidiu realizar o estudo que sugeriu o modelo de concepção como sendo o mais adequado para a gestão da água neste sector.

Perante o estudo financiado pelo Governo, Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e Cooperação Espanhola, “este modelo é o melhor que serve para melhorar significativamente a sustentabilidade dos sistemas, optimizar o aproveitamento das fontes de água disponíveis e para que haja maior eficiência no uso final da água”, salienta o estudo.

De acordo com a nota, o estudo concluiu que com a aplicação do modelo de concepção “será assegurada” a sustentabilidade dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos, e também evita os conflitos com outros usos da água, entre agricultores, entre estes e a estrutura de gestão, e entre agricultores e as entidades de tutela.

Este estudo sugere ainda a criação de uma entidade para a gestão dos sistemas de água para rega, que, entretanto, já foi criada (Empresa Pública Água para a Rega), bem como delegações regionais em Santo Antão, São Nicolau e Fogo.

A nota realçou ainda que a reguladora técnica do sector, a ANAS, passa a ocupar-se do licenciamento dos furos e poços identificados nos inventários existentes, sendo que as obras de manutenção dos equipamentos e a gestão da manutenção foca sob a responsabilidade do concessionário.

MC/CP

Inforpress/Fim

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