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Estatística da sinistralidade rodoviária em Cabo Verde apresenta uma tendência de crescimento – Ministro

Espargos, 30 Nov. (Inforpress) – O ministro da Administração Interna revelou hoje, “com preocupação”, que dados estatísticos da sinistralidade rodoviária, no país, apresentaram na última década uma tendência de crescimento não só a nível do número de sinistros como das consequências humanas e sociais.

Paulo Rocha manifestou essa preocupação na ilha do Sal onde se encontra de visita, e presidiu esta manhã uma conferência sob o lema “Efeitos do Consumo de Álcool na Condução”, no âmbito da celebração do Dia Nacional de Segurança Rodoviária.

“Que todos nós cultivemos as boas práticas na condução e sobretudo que todos os utentes das estradas, rodovias, caminhos carroçáveis, adoptem posturas e condutas defensivas em prol da vida”, apelou.

Dados estatísticos apontam que na última década mais de 3.500 acidentes de viação tiveram lugar em Cabo Verde, com cerca de 8.500 feridos e 619 mortos, apesar do número de vítimas mortais ter diminuído de 41 em 2016 para 30 em 2017.

Ponderando sobre a cifra, Paulo Rocha acautelou para maior reforço da fiscalização rodoviária e pela salvaguarda de vidas humanas nas estradas.

Perante o panorama, o governante anunciou, por outro lado, que embora o actual Código de Estrada dê resposta a algumas exigências, a Direcção-Geral dos Transportes Rodoviários, na linha das boas práticas e recomendações da ONU, tem o código em revisão de forma a introduzir novos limites e restrições em algumas áreas.

A redução do limite de velocidade dentro das localidades, baixar da tolerância 0,05 gramas por decilitro de sangue para zero, aos condutores profissionais, sendo a grande novidade a introdução da carta por pontos são algumas restrições que, acredita-se, permitirão reduzir, “significativamente”, o risco de colisões e mortes nas estradas.

Todavia, segundo o titular da pasta da Administração Interna, de nada servirão todas as medidas legislativas se não houver uma fiscalização eficaz e permanente, devendo cada sector assumir, na “plenitude”, as responsabilidades que lhes são atribuídas por força da lei.

“Que as boas práticas sejam não só um caminho, mas sim um objectivo em prol da vida humana e dos valores da vida” concluiu.

SC/ZS

Inforpress/Fim

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