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Estado recebe doação de espólio bibliográfico de Dulce Almada Duarte e Abílio Duarte

Cidade da Praia, 15 Dez (Inforpress) –  Filhos de Dulce Almada Duarte e Abílio Duarte doaram hoje ao Instituto do Arquivo Nacional de Cabo Verde (IANCV) o espólio bibliográfico dos pais, constituído por 134 volumes, sendo 132 livros, um álbum fotográfico e pasta com gravuras.

O acto da entrega formal foi realizado nas instalações do IANCV, protagonizado pela representante dos filhos, Gilda Almada Dias, e pelo presidente do instituto, José Maria Borges.

Gilda Almada Dias, em representação dos filhos Karim e Fidel Duarte, que actualmente residem no estrangeiro, disse que esta decisão tomada pelos filhos de incluir o Arquivo Nacional no leque das instituições destinatárias do espólio literário dos pais foi “a mais correcta”.

“Na medida em que foi impossível guardar a totalidade do espólio, visto que vivemos fora de Cabo Verde, e também por isso não podemos estar presentes nesta bonita cerimónia, achamos por bem que os cabo-verdianos fossem os beneficiários deste espólio”, argumentou.

Segundo a mesma fonte, a escolha do arquivo histórico como instituição “mais qualificada” para esse desígnio foi uma “escolha lógica”.

“Ficamos muito contentes por saber que as obras já passaram por um processo de catalogação, pois esperamos que muita gente possa vir fazer um bom uso desses livros que crescemos a ver, em nossa casa”, exteriorizou a mesma fonte.

Por sua vez, o presidente do Arquivo Nacional de Cabo Verde,  José Maria Borges,  agradeceu ”o gesto e a confiança” dos familiares de Dulce Almada Duarte e Abílio Duarte, e afirmou que a instituição que dirige “tudo irá fazer” para que o espólio doado possa estar à disposição da sociedade civil.

“Logo desde início que fomos informados sobre essa vontade de doação, também mostramos total interesse em receber, pois na altura a nossa ideia era fazer uma cerimónia maior com poetas e músicos, entre outras actividades, mas infelizmente com a chegada da pandemia, atrasou o processo”, justificou.

José Maria Borges assegurou que mesmo a chegada da pandemia “não retirou o brilho e a honra” do gesto em si, agradecendo em nome do Arquivo Nacional de Cabo Verde.

DM/AA

Inforpress/Fim

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