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Estado-Maior das Forças Armadas atribui louvor ao Comando da 3ª Região Militar

Cidade da Praia, 18 Mar (Inforpress) – O Dia da Unidade de Justino Lopes, que hoje se assinala, ficou marcado pelo louvor atribuído ao Comando da 3ª Região Militar pelo Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas (CEMFA), o major-general, Anildo Morais. 

Durante o acto,  Anildo Morais fez saber que o louvor serve para reconhecer, estimular e realçar a dedicação e empenho do comando da 3ª Região Militar, que tem estado na linha da frente do combate à pandemia da covid-19, e não só, no país. 

“O comando da 3ª Região Militar tem estado a destacar-se ao longo dos anos pela elevada competência, espírito de bem servir, elevado profissionalismo e sentido de missão e disciplina no cumprimento das missões que lhe são concedidos”, disse Anildo Morais.

“O comando tem estado sempre na linha da frente quanto a situações mais críticas vividas no País, com grande destaque na actuação da erupção vulcânica na ilha do Fogo, a luta contra as doenças, a protecção do meio ambiente, entre outros. Mas recentemente foi notável a resposta dada no âmbito da luta à pandemia da covid-19 em Cabo Verde”, enalteceu.

Anildo Morais considerou justo manifestar o seu agrado e satisfação pela forma como os militares desta Região Militar “têm correspondido aos desafios e contribuído para o aumento e prestígio das Forças Armadas de Cabo Verde”.

O responsável frisou ainda que celebrar o aniversário de uma unidade tem relevância e é “sempre marcante”, visto que as honras são prestadas pelo justo reconhecimento e relevantes serviços ao longo da sua história.

“Esta unidade pode vangloriar-se do orgulho que os seus efectivos têm de pertencer à mesma, eles têm contribuído para o enaltecimento do nome da instituição, Forças Armadas de Cabo Verde”, declarou. 

O major-general finalizou felicitando a todos os efectivos que construíram diariamente a história de “fibra, resiliência, competência e honra da Unidade Justino Lopes, seguindo o seu patrono e herói nacional, cujo nome ostenta”.

Nascido a 18 de Março de 1925 em Santa Catarina, ilha de Santiago, Justino Lopes viajou para Angola aos 22 anos, porém, devido aos maus tratos praticados pelos colonialistas refugiou-se na República Democrática de Congo, onde esteve durante 22 anos.

Em 1968 partiu para a União Soviética onde fez a preparação militar em artilharia para, de seguida, regressar à Guiné-Conacri, onde participou em várias acções militares.

No dia 10 de Fevereiro de 1970 na sequência de um ataque foi atingido mortalmente. 

DM/HF

Inforpress/Fim

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