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ERIS pretende abrir até o próximo ano delegação em São Vicente para servir ilhas do norte – PCA (c/áudio)

Mindelo, 22 Jul (Inforpress) – O presidente do Conselho de Administração da Entidade Reguladora Independente de Saúde (ERIS), Eduardo Tavares, quer até o próximo ano abrir uma delegação em São Vicente para servir todas as ilhas do norte do arquipélago.

Eduardo Tavares fez este anúncio à imprensa durante um encontro, hoje, no Mindelo, com o objectivo de auscultar os operadores económicos para se “reajustar” a intervenção de entidade reguladora e “alcançar melhor regulação e proteger os interesses dos cidadãos e dos próprios operadores económicos”, asseverou.

O encontro, que está dividido em três sessões separadas durante o dia de hoje, conta com a presença de responsáveis de farmácias, clínicas privadas e operadores do sector alimentar que devem, segundo a mesma fonte, expôr expectativas, anseios e também dar subsídios para o sector da saúde.

Relativamente a abertura da delegação, Eduardo Tavares garantiu ter tido nesta quarta-feira “encontros bastantes interessantes” com entidades parceiras, como a Câmara Municipal de São Vicente e a Câmara de Comércio do Barlavento, das quais saíram “boas perspectivas” para a criação da delegação norte em São Vicente.

“É algo que o conselho de administração da ERIS já estava a trabalhar, temos de fazer um estudo de viabilidade para instalação dessa delegação em São Vicente. É um objectivo prioritário e acredito que até o próximo ano teremos uma posição sobre essa instalação”, reiterou. 

Durante as reuniões desta quarta-feira conseguiu-se, ajuntou, delinear “algumas soluções”, mas ainda faltam “várias coisas”, entre as quais, sustentou, um “plano claro” em termos de logística, recursos humanos e o próprio espaço para a delegação, que servirá todas as ilhas do norte do País.  

Na conversa com os jornalistas, Eduardo Tavares respondeu ainda sobre a circular postada na página da ERIS, nesta quarta-feira, que abordava a questão de incumprimento, de algumas clínicas privadas, dos preços dos testes Polymerase Chain Reaction (PCR) para a covid-19, com efeitos de viagens internacionais.

Segundo a mesma fonte, houve algumas situações, que pensa terem sido sanadas, já que, além da circular, houve uma intervenção directamente com os operadores, que estavam a praticar preços acima do estabelecido.

“Portanto, acho que esta situação já está ultrapassada”, considerou o presidente da ERIS, apontando casos registados em laboratórios, nomeadamente na ilha do Sal, que praticavam preços “não muito acima” do estabelecido pela deliberação nº 16/2020, que fixou o preço dos testes PCR para viajantes em sete mil escudos.

Eduardo Tavares falou, por outro lado, sobre a situação verificada de ruptura de ‘stock’ no País de vários medicamentos, que, acredita, vai ser “brevemente sanada”.

“A ERIS interveio junto da Emprofac, que é único operador de distribuição de medicamentos, com sessões temáticas para se fazer o levantamento de todos os constrangimentos e elaborar metas a serem atingidas para a regularização”, concretizou.

LN/DR

Inforpress/Fim

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