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ENTREVISTA: Sistema nacional de etiquetagem e de eficiência energética pronto neste trimestre  – responsável (c/áudio)

Cidade da Praia, 18 Fev (Inforpress) – O director nacional de Energia, Rito Évora, garantiu em entrevista à Inforpress que espera pôr de pé ao longo deste trimestre o sistema nacional de etiquetagem e de eficiência energética.

O sistema nacional de etiquetagem e de eficiência energética vai estabelecer regras para a aquisição de equipamentos electrodomésticos, construção de novos edifícios e código de eficiência energética na construção.

“É um pacto abrangente e integrado vendo todas as vertentes da questão energética e o que é preciso por de pé, incluindo o programa nacional de sustentabilidade que tem cinco eixos estratégicos”, indicou.

Um desses eixos é o reforço institucional e melhoria do ambiente de negócios para facilitar a participação dos privados na liderança desses novos modelos de negócios a implementar.

“E o Estado faz a política pública, dá o empurrão inicial e os incentivos, mas não quer estar a gerir as opções”, enfatizou Rito Évora.

Para além disso, a mesma fonte sublinhou que outro eixo estipulado relaciona-se com a necessidade de reformular o próprio mercado energético para permitir o terceiro, que é a eficiência energética, e o quarto que é o desenvolvimento das energias renováveis, e o quinto sobre a estratégica em si.

Mesmo querendo a participação de privados, o responsável explicou que há investimentos na rede que são estratégicos e o Governo vai continuar a mobilizar recursos para fazer esses investimentos, os quais, sintetizou, têm “externalidades para além daquilo que pode ser capturado por uma lógica privada”.

Conforme o director nacional de Energia, o programa e a mobilidade eléctrica vai ser mais uma ajuda para o País porque por enquanto Cabo Verde está a atingir um consumo estacionário em energias renováveis. Mas, para migrar para o consumo móvel dos transportes, há que ter a parte eléctrica dentro, enfatizou.

Rito Évora afirmou que têm surgido questionamentos à volta da Carta de Política para a Mobilidade Eléctrica, principalmente se Cabo Verde deve ou não fazer a aposta.

No entanto, conforme a mesma fonte, esta aposta é necessária porque se trata de um processo de médio e longo prazo.

“Para chegar lá, é preciso ter uma visão clara porque faz a diferença as coisas que vamos fazer hoje vão estar no sistema”, ajuntou.

“As decisões de investimentos humano hoje tem um período de vida de 10 a 20 anos, então é preciso começar a pôr essa missão em prática agora para chegarmos à meta que de em 2030 estar acima dos 50 por centro (%) de energias renovais em Cabo Verde”, sustentou o director nacional de Energia.

CD/AA

Inforpress/Fim

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