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Embaixador Carlos Veiga exorta Estado e a sociedade cabo-verdiana a apoiar crianças com necessidades especiais

 

Cidade da Praia, 15 Mai (Inforpress) – O embaixador de Cabo Verde nos Estados Unidos, Carlos Veiga, exortou hoje o Estado e toda a sociedade cabo-verdiana a apoiar as crianças dos Centros de Emergência Infantil no país, em especial aqueles com necessidades especiais.

O diplomata falava aos jornalistas após uma visita, juntamente com o embaixador dos Estados Unidos em Cabo Verde, Donald Heflin, e a Miss África USA, Nereida Lobo, às instalações do Centro de Emergência Infantil, do Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente (ICCA), em Achada Santo António e Achada Limpo, na Cidade da Praia.

Carlos Veiga lembrou que na sociedade cabo-verdiana, assim como noutras, existem “famílias com desequilíbrios internos” que acabam por gerar crianças que possuem necessidades especiais e que precisam de um “enquadramento especial” diferente daquilo que é oferecido em casa.

“Cuidar das crianças é um trabalho muito difícil que exige muita entrega e amor”, notou, realçando que o Estado e toda a sociedade devem juntar e apoiar o ICCA, pois, possui uma “missão especial” no “trabalho gigantesco” que desenvolve em prol das crianças no país.

Por seu turno, o embaixador norte-americano Donald Heflin explicou que o motivo da visita é para conhecer as novas instalações do ICCA e para apoiar o trabalho da instituição.

Prometeu que a parceria vai resultar numa “boa causa”, uma vez que, segundo Donald Heflin, estão a trabalhar em conjunto com a miss África, Nireida Lobo, que possui projectos para ajudar crianças nas ilhas de Santiago e Brava.

O Centro de Emergência Infantil de Achada Santo António alberga actualmente 41 crianças de zero a 16 anos, distribuídos por dez monitoras e uma psicóloga. Em cada turno trabalham dois a três educadoras, um número que a coordenadora, Raquel Lopes, considera “insuficiente”.

Por isso, a responsável aproveitou o momento para pedir mais apoio por parte da sociedade, visto que o centro precisa de parceiros, voluntários, monitores e educadores capacitados para lidar com essas crianças.

Segundo Raquel Lopes, as novas instalações do Centro de Emergência Infantil em Achada Limpo, que ainda não foram inauguradas, vão dar respostas às estruturas físicas e responder as necessidades dos recursos humanos da instituição por ser um espaço “bem amplo”.

O Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente, antigamente era conhecido como Instituto Cabo-verdiano de Menores (ICM), que surgiu em 1982, sete anos após a independência, actuando, exclusivamente, em protecção de menores no país.

AF/CP

Inforpress/Fim

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