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Educação: Praia com taxa de aprovação de 87,7% no Ensino Básico e 76,8% no Secundário

Praia, 24 Ago (Inforpress) – O delegado do Ministério da Educação na Praia, Adriano Moreno, considerou “satisfatório” o ano lectivo findo a nível de aproveitamento com uma taxa de aprovação de 87,7 por cento (%) no Ensino Básico e 76,8 % no Secundário.

Adriano Moreno, que falava em entrevista à Inforpress, acrescentou que no ano lectivo 2018/2019 a taxa de abandono no Ensino Básico foi de 1,2%, num universo de 24 mil alunos, e no Secundário de 3.4% com 8 mil alunos, sem contar com as turmas de educação básica de jovens e adultos.

O delegado da Educação da Praia, que afirmou que se conseguiu “bons indicadores” em termos de aproveitamento, indicando o aumento da taxa de aprovação, diminuição da taxa de reprovação e do abandono escolar, disse que as turmas do pré-escolar acolheram no ano findo 7.400 alunos.

Ainda no que se refere à educação a nível da Delegação da Praia, informou que as turmas de educação básica de jovens e adultos contabilizou 400 alunos da 1ª, 2ª e 3ª fase, e salas de 7º e 8º ano, incluindo classes na Cadeia Civil e Mercado do Platô.

Quanto à taxa de abandono, Adriano Moreno afiançou que ela “baixou consideravelmente”, em relação aos últimos três anos lectivos em que a taxa situava-se à volta dos 7%, sublinhando que o decréscimo se deve, sobretudo, à isenção de propinas no 7º e 8º ano.

“Isso tem não só trazido mais alunos para as escolas como tem permitido que haja menos abandono, eliminando o rendimento como factor de sucesso. As escolas também têm trabalhado no sentido de os alunos estarem, cada vez, mais nas escolas”, enfatizou.

Segundo Adriano Moreno, a educação está trabalhando para que as escolas sejam vistas, pelos alunos, mais como um espaço de prazer e onde podem aprender e estar mais integrados.

Quanto ao aumento da taxa de reprovação no 7º ano neste ano lectivo, o delegado da Educação da Praia justificou o sucedido com a carga horária excessiva, assim como disciplinas que não satisfaziam o que o sector entendia como real necessidade para o nível.

“Nós queremos que este factor seja eliminado, neste ano lectivo, com a introdução do novo currículo para o 7º e o 3º ano de ensino básico em que será inserido um currículo voltado para ciências, línguas e tecnologias”, acrescentou.

Conforme Adriano Moreno, o 7º e 8º ano, que agora estão incluídos no Ensino Básico, são os anos lectivos em que os alunos mais reprovam.

Por este motivo, avançou, vai-se mudar neste ano lectivo, os centeúdos a nível curricular para que a base educativa dos alunos seja de melhor qualidade.

Isso também, ajuntou, servirá para os alunos com necessidades educativas especiais em que os professores estarão mais apetrechados e com mais instrumentos para trabalhar com crianças com necessidades educativas especiais.

Aliás, sublinhou, a intenção é colocar estes alunos em salas com números menores de alunos para que o professor possa dar mais atenção aos estudantes com necessidades especiais.

PC/ZS

Inforpress/Fim

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