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Educação Inclusiva: Materiais adaptados recebidos representam um “impacto muito grande” no processo de aprendizagem – responsável

Cidade da Praia, 28 Fev (Inforpress) – A directora nacional de Educação disse que os materiais lúdico-pedagógicas e ‘softwares’ adaptados recebidos hoje pelas equipas multidisciplinares de apoio à Educação Inclusiva da Praia representam um “impacto muito grande” no processo de aprendizagem de crianças com necessidades especiais.

Sofia Figueiredo falava à imprensa à margem da cerimónia da entrega dos equipamentos, adquiridos através do financiamento das Nações Unidas/Unicef e da Carta Política Integrada-EFE, que aconteceu na escola primária do bairro de Vila Nova, na Cidade da Praia.

Considerou o acto “simbólico”, mas com “um impacto muito grande” naquilo que se pretende, que é a melhoria no processo de aprendizagem das crianças identificadas com algumas necessidades especiais e/ou que, temporariamente, possam estar a passar por um processo de alguma dificuldade de aprendizagem.

“Nós aqui estamos a simbolizar, na verdade, a entrega de equipamentos, materiais lúdico-pedagógicas, computadores e ‘softwares’ adaptados e destinados a este público-alvo”, acrescentou esta responsável, completando que, neste momento, já se pode contar com “ilha de Santiago toda ela equipada com esses materiais lúdico-pedagógicos e ‘softwares’ adaptados, bem como a ilha de São Nicolau e os concelhos da ilha do Fogo”.

Este é, segundo Sofia Figueiredo, um processo para continuar, não só no reforço da disponibilização de materiais pedagógicos para trabalhar com estas crianças, mas também a nível de formação e capacitação, tanto das equipas multidisciplinares de apoio à educação inclusiva, como similarmente aos professores, país e encarregados de educação “os maiores parceiros deste processo”.

“As equipas, para além de acompanharem as crianças em ambiente escolar, têm trabalhado directamente no apoio aos professores que, diariamente, acompanham estas crianças e também na aproximação com os pais e encarregados de educação”, informou aquela responsável, frisando a aposta do Ministério da Educação nessa aproximação, como um processo de melhoria da aprendizagem e dos resultados que se quer com essas crianças.

Sofia Figueiredo garantiu ainda que o projecto é contínuo e que, inclusive, neste momento, está-se na fase de implementação do Sistema Nacional de Sinalização das Crianças com Necessidades Educativas Especiais.

“Um sistema que contamos brevemente, ainda neste mês de Março, ter publicado o normativo para a sua implementação”, acrescentou a mesma fonte referindo-se também um “trabalho contínuo e de reforço e formação” em áreas específicas para que as equipas estejam cada vez mais preparadas e motivadas para esse “processo longo” que almeja “uma educação inclusiva para todos, sem deixar ninguém de fora”.

Sofia Figueiredo ressaltou ainda um trabalho de aproximação da família, no sentido de saber onde é que estão as crianças com necessidades educativas especiais para que possam entrar para o ambiente escolar, local onde o Ministério da Educação estará “em condições de reforçar e acompanhar”.

Naturalmente, frisou a mesma fonte que esta não é só uma missão do ministério. Segundo disse, todo esse processo, de conhecer e saber onde é que as crianças estão, será e tem sido resultado de uma grande parceria com as instituições locais e as câmaras municipais.

GSF/CP

Inforpress/Fim

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