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Economista defende que Guiné-Bissau precisa de instituições “mais sólidas” e de paz e sossego (c/áudio)

Cidade da Praia, 16 Out (Inforpress) – O economista guineense Carlos Lopes afirmou hoje que a Guiné-Bissau precisa de instituições “mais sólidas” que sejam capazes de se ocuparem da economia, da transformação e do bem-estar das pessoas.

O actual professor na Universidade do Cabo, na África do Sul, fez esta consideração ao ser questionado pelos jornalistas sobre a sua perspectiva em relação as eleições presidências que tem lugar dia 24 de Novembro, em Guiné-Bissau.

Carlos Lopes, que foi orador hoje, na Cidade da Praia, num debate sobre “África na era da integração comercial. Será este o novo Pan-Africanismo?”, organizado pelo Instituto Pedro Pires para a Liderança, no âmbito da IV edição do Annual Lectures, espera que com essas eleições o seu país ganhe estabilidade.

No seu entender, a Guiné-Bissau precisa “mudar a sua economia, as suas estruturas produtivas e o seu tratamento” para aquilo que são as áreas do bem comum, como a educação, a saúde e o capital humano.

Mas para que tudo isso aconteça, asseverou que o país deve estar em “paz e sossego”.

“Infelizmente, a Guiné-Bissau não está em paz e sossego institucional faz tempo, portanto precisa de instituições mais sólidas que sejam capazes de se ocupar da economia, se ocupar da transformação e do bem-estar das pessoas”, sugeriu.

Instado ainda a cometar sobre alegados maus tratados relatados pelo cidadão guineense, Jorge Fernandes, no aeroporto da Praia, Carlos Lopes é da opinião de que não se deve “exagerar” com fenómenos que são específicos de actuação de uma determinada administração e indivíduo em relação as políticas nacionais.

“Existem elementos, até nas próprias administrações, que são responsáveis das questões de fronteiras que muitas vezes actuam não em consonância com as políticas nacionais e as políticas públicas, portanto é preciso não exagerar”, frisou.

AM/CP
Inforpress/Fim

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