Economia Marítima é um dos bens naturais mais importante para Cabo Verde melhorar sua competitividade – Carlos Évora

 

Cidade da Praia, 16 Jun (Inforpress) – O director Nacional da Economia Marítima, Carlos Évora, considerou hoje a “economia marítima” como um dos bens naturais mais importante que Cabo Verde possui para melhorar a sua competitividade e definir cooperações.

Carlos Évora falava durante o painel sobre “Economia azul e o Sector das Pescas”, no âmbito do Encontro para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, que decorre na Cidade da Praia até sábado, 17.

“A Economia Azul por ser uma área muito abrangente. O governo já tomou uma série de medidas, começando pela carta que promove este tipo de economia e projectos que contemplam vertentes como a economia sustentável e a exploração na área aleótica”, disse.

O director Nacional da Economia Marítima, que chamou a atenção pelo facto do país se encontrar numa zona económica exclusiva com extensão superior a nossa superfície terrestre, e da existência no arquipélago eis modernas que baseiam na sustentabilidade das pescas, para definir formas de acesso aos recursos, ao aproveitamento e sua transformação.

Neste âmbito, sublinhou que localização e a importância do mar para Cabo Verde fizeram com que o governo definisse uma política que vai ao encontro da exploração de todas as potencialidades do oceano, nomeadamente no desenvolvimento do turismo nas zonas costeiras, exploração dos portos, investigação científica e cooperação internacional.

“Queremos promover a imagem de Cabo Verde como uma região vibrante para o desenvolvimento de actividades ligadas à Economia Azul”, sublinhou, defendendo que, no futuro, o arquipélago será “um centro na área do mar, reconhecido internacionalmente”.

A economia do mar é, aliás, segundo Carlos Évora, “uma das áreas com maior potencial de criação de emprego e crescimento económico para o país”.
Lembrou ainda, que em Cabo Verde a captura do pescado atinge apenas um quarto do potencial do arquipélago.

Já a presidente da Cabo Verde Tradelnvest, Ana Barber, explicou ao investidor sobre alguns benefícios fiscais que o empreendedor pode encontrar em Cabo Verde, e que podem ser negociáveis, desde que o investimento seja de 5 milhões de euros e garanta desde postos de trabalho.

“O sector das pescas é relevante para o país, pelo que esperamos que saiam deste encontro decisões importantes por parte dos investidores, pois, há grande oportunidades de negócios e Cabo Verde é uma plataforma para a África”, disse.

Por sua vez, o representante da Província do Fujian no Departamento do Oceano e Pescas, Li Gangsheng, fez uma breve análise sobre o que realizam a nível do mar e da pesca, para manifestar interesse de cooperação no sector em Cabo Verde.

O principal objectivo deste encontro, que já vai na sua decima edição, é de dar a conhecer, a um público mais alargado, o interesse da China em cooperar com os Países da Língua Portuguesa (LPL).

PC/JMV

Inforpress/Fim

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